Monitoramento eletrônico de presos : estudo comparativo entre as experiências brasileira e portuguesa / Isabella Gonçalves de Oliveira Müller ; orient. António Suxberger
Idioma: Português.País: Brasil.Publicação: Brasilia : Instituto Brasiliense de Direito Público, 2011Descrição física: 52 p.; 30 cmAssunto: VIGILÂNCIA ELETRÓNICA | MONITORIZAÇÃO ELETRÓNICA | DIREITO PENAL CDU: 343.26 Localização e Cota : EST1223 Resumo: O presente trabalho de conclusão do curso de especialização visa a suscitar reflexões acerca da utilização de monitoramento eletrônico em presos. A escolha do tema é fruto da perplexidade ante a super lotação da penitenciarias e consequente incapacidade de cumprir a função de reinserção social, evidenciada pelos altos índices de reincidência. As circunstâncias subumanas a que são submetidos os detentos não favorecem o desenvolvimento pessoal e tampouco a recuperação dos valores. Ao contrário, fomenta a revolta com o sistema prisional e com a sociedade, gerando mais potencial para a criminalidade, o que foge das idealizadas funções da pena. A pesquisa traz inicialmente um breve histórico sobre a origem e desenvolvimento da vigilância eletrônica. O trabalho está alicerçado nas inovações advindas da Lei nº 12.258/10, que alterou a Lei de Execução Penal para autorizar o uso de tecnologia de vigilância indireta em presos. Desse contexto surgem reflexões acerca do consentimento do monitorado, violação do princípio da dignidade da pessoa humana e redução do índice de reincidência. O estudo da experiência portuguesa de quase 10 anos é realizado de forma a nortear e preencher as lacunas deixadas pela Lei nº 12.258/10. Fica demonstrado que o uso da tecnologia, para ser eficaz, exige a elaboração de programas sociais de acompanhamento ao monitorado. Alguns Estados brasileiros já buscam implementar o uso das tornozeleiras.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | EST1223 (Browse shelf) | 9262 | Available | DGRSP9262 |
O presente trabalho de conclusão do curso de especialização visa a suscitar reflexões acerca da utilização de monitoramento eletrônico em presos. A escolha do tema é fruto da perplexidade ante a super lotação da penitenciarias e consequente incapacidade de cumprir a função de reinserção social, evidenciada pelos altos índices de reincidência.
As circunstâncias subumanas a que são submetidos os detentos não favorecem o desenvolvimento pessoal e tampouco a recuperação dos valores. Ao contrário, fomenta a revolta com o sistema prisional e com a sociedade, gerando mais potencial para a criminalidade, o que foge das idealizadas funções da pena. A pesquisa traz inicialmente um breve histórico sobre a origem e desenvolvimento da vigilância eletrônica. O trabalho está alicerçado nas inovações advindas da Lei nº 12.258/10, que alterou a Lei de Execução Penal para autorizar o uso de tecnologia de vigilância indireta em presos. Desse contexto surgem reflexões acerca do consentimento do monitorado, violação do princípio da dignidade da pessoa humana e redução do índice de reincidência. O estudo da experiência portuguesa de quase 10 anos é realizado de forma a nortear e preencher as lacunas deixadas pela Lei nº 12.258/10. Fica demonstrado que o uso da tecnologia, para ser eficaz, exige a elaboração de programas sociais de acompanhamento ao monitorado. Alguns Estados brasileiros já buscam implementar o uso das tornozeleiras.
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