O recurso a armas de fogo pelos agentes das forças policiais em Portugal / Pedro Miguel Sereno de Almeida
Idioma: Português.Publicação: Lisboa : [s.n.], 2016Descrição física: IX, 117 p.; 30 cmAssunto: 343053 | 343274 | 12509 | 234693 | 334284Resumo: A presente Dissertação tem como tema "O recurso a armas de fogo pelos agentes das forças policiais em Portugal". Os agentes das forças policiais, no exercício da sua função, em determinadas situações, podem ter de recorrer à força física. Contudo, existem situações em que o uso da força física não é suficiente, pelo que são forçados a recorrer a meios auxiliares de coação física. Entre estes meios destaca-se a arma de fogo. A arma de fogo é um instrumento de grande letalidade, pois, é suscetível de violar dois direitos constitucionalmente garantidos: a vida e a integridade física. Por conseguinte, é objeto de regulamentação nacional e internacional. Torna-se assim imprescindível determinar quais as situações em que os agentes das forças policiais podem recorrer licitamente à arma de fogo, bem como quais as consequências em que os agentes das forças policiais incorrem pelo recurso ilícito à mesma. Metodologicamente a Dissertação é constituída por três partes: a primeira, onde é analisado o conceito de Polícia; a segunda, onde é tratada a matéria relativa ao recurso a armas de fogo pelos agentes das forças policiais no ordenamento jurídico português e, na terceira parte, é efetuada a conclusão da presente Dissertação. Conclui-se que as situações em que os agentes das forças policiais podem recorrer licitamente à arma de fogo estão previstas, taxativamente, no artigo 3 . q o DL n."57/99, de 5 de Novembro. Quanto às consequências do recurso ilícito a armas de fogo, estas constam do artigo 271.Q/1 da CRP. De acordo com esta disposição, os agentes das forças policiais incorrem em responsabilidade civil, criminal e disciplinar.| Item type | Current location | Call number | Copy number | Status | Date due | Barcode |
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| Monografias | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ24.A.6 (Browse shelf) | PJ35995 | Available | PJ135995 |
Dissertação de mestrado profissionalizante em Direito Administrativo, na especialidade de Direito de Polícia, apresentada à Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, tendo como orientador Luís Miguel Prieto Nogueira de Brito. Resumo inserto na publicação.
A presente Dissertação tem como tema "O recurso a armas de fogo pelos agentes das forças policiais em Portugal". Os agentes das forças policiais, no exercício da sua função, em determinadas situações, podem ter de recorrer à força física. Contudo, existem situações em que o uso da força física não é suficiente, pelo que são forçados a recorrer a meios auxiliares de coação física. Entre estes meios destaca-se a arma de fogo. A arma de fogo é um instrumento de grande letalidade, pois, é suscetível de violar dois direitos constitucionalmente garantidos: a vida e a integridade física. Por conseguinte, é objeto de regulamentação nacional e internacional. Torna-se assim imprescindível determinar quais as situações em que os agentes das forças policiais podem recorrer licitamente à arma de fogo, bem como quais as consequências em que os agentes das forças policiais incorrem pelo recurso ilícito à mesma. Metodologicamente a Dissertação é constituída por três partes: a primeira, onde é analisado o conceito de Polícia; a segunda, onde é tratada a matéria relativa ao recurso a armas de fogo pelos agentes das forças policiais no ordenamento jurídico português e, na terceira parte, é efetuada a conclusão da presente Dissertação. Conclui-se que as situações em que os agentes das forças policiais podem recorrer licitamente à arma de fogo estão previstas, taxativamente, no artigo 3 . q o DL n."57/99, de 5 de Novembro. Quanto às consequências do recurso ilícito a armas de fogo, estas constam do artigo 271.Q/1 da CRP. De acordo com esta disposição, os agentes das forças policiais incorrem em responsabilidade civil, criminal e disciplinar.
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