Why does performance management not perform? [Recurso eletrónico] / Miguel Pina e Cunha ...[et al.]
Autor institucional: WHY DOES PERFORMANCE MANAGEMENT NOT PERFORM?In: International Journal of Productivity and Performance Management.ISSN 1741-0401. Bingley. Vol. 67, n. 4 (2018) , p. 673-692Idioma: Inglês.Assunto: GESTÃO DAS PERFORMANCES | GESTÃO ADMINISTRATIVA Resumo: É colocada a seguinte questão: por que persistem em Portugal as más práticas de gestão de desempenho, no meio de reivindicações para aumentar a produtividade? Como metodologia para este estudo foi utilizada uma análise de micro-prática indutiva para compreender as barreiras à prática gerencial que não exigem mudanças institucionais maciças. A prática da gestão do desempenho em Portugal apresenta tipicamente três pontos fracos: planeamento insuficiente, problemas de processo e integridade e lógica não-meritocrática. O artigo discute o importante tópico da persistência de más práticas, mostrando como os padrões institucionalizados podem ser difíceis de erradicar, mesmo que sejam sub-ótimos. Foram identificadas as principais questões no funcionamento da gestão de desempenho, auxiliando assim, os gestores no desenvolvimento de soluções para melhorar a qualidade da sua prática. O artigo explica a persistência de práticas de má administração cuja continuidade dificulta não apenas a eficácia das organizações, mas também a dos seus membros.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
|---|---|---|---|---|---|
| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJCD 292 (Browse shelf) | Available |
Ficheiro de 312 KB em formato PDF.
É colocada a seguinte questão: por que persistem em Portugal as más práticas de gestão de desempenho, no meio de reivindicações para aumentar a produtividade? Como metodologia para este estudo foi utilizada uma análise de micro-prática indutiva para compreender as barreiras à prática gerencial que não exigem mudanças institucionais maciças. A prática da gestão do desempenho em Portugal apresenta tipicamente três pontos fracos: planeamento insuficiente, problemas de processo e integridade e lógica não-meritocrática. O artigo discute o importante tópico da persistência de más práticas, mostrando como os padrões institucionalizados podem ser difíceis de erradicar, mesmo que sejam sub-ótimos. Foram identificadas as principais questões no funcionamento da gestão de desempenho, auxiliando assim, os gestores no desenvolvimento de soluções para melhorar a qualidade da sua prática. O artigo explica a persistência de práticas de má administração cuja continuidade dificulta não apenas a eficácia das organizações, mas também a dos seus membros.
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