Operações de conversão ou transferência de vantagens e o financiamento do terrorismo / Carlos Sarmento
In: Investigação Criminal.ISSN 1647-9300. Lisboa. Nº 3 (Junho 2012) , p. 168-191Idioma: Português.Assunto: BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS | FINANCIAMENTO DO TERRORISMO | TRANSACÇÃO FINANCEIRA | UNIDADE DE INFORMAÇÃO FINANCEIRA | SISTEMA FINANCEIRO | GAFI Resumo: A otimização da economia e os impulsos financeiros que lhe estão adjacentes, para além dos discursos de circunstância ou oratórias mais ou menos convincentes, merecem especial atenção quando o quadro criminógeno não os favorece e lhe barra o seu livre crescimento. A inforrnalidade que os envolve vai-se potenciando e, com isso, contribui para que o quadro citado se determine e torne quase impenetrável o seu cerne. A investigação criminal que se prende com o crime organizado, especialmente quando consigo concorre a vertente económica e financeira, debate-se com dificuldades técnico-táticas que devem merecer especial atenção, por parte do decisor político. O profissionalísmo e a inerente qualidade de trabalho do investigador criminal, em áreas tão sensíveis como o branqueamento (B) e o financiamento do terrorismo (FT), não se bastam com uma licenciarura adequada e com um curso de investigação criminal. É-lhe exigida constante especialização e um reencontro otimizado com os diferentes operadores do mercado. O balanço da atividade criminógena não se pode quedar por dados (números) sociológicos: processos, condenações, presos e vítimas. Deve assumir relevo a questão que se prende com a recuperação de ativos e a sua (boa) gestão.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
(*). Resumo inserto no artigo.
A otimização da economia e os impulsos financeiros que lhe estão adjacentes, para além dos discursos de circunstância ou oratórias mais ou menos convincentes, merecem especial atenção quando o quadro criminógeno não os favorece e lhe barra o seu livre crescimento. A inforrnalidade que os envolve vai-se potenciando e, com isso, contribui para que o quadro citado se determine e torne quase impenetrável o seu cerne. A investigação criminal que se prende com o crime organizado, especialmente quando consigo concorre a vertente económica e financeira, debate-se com dificuldades técnico-táticas que devem merecer especial atenção, por parte do decisor político. O profissionalísmo e a inerente qualidade de trabalho do investigador criminal, em áreas tão sensíveis como o branqueamento (B) e o financiamento do terrorismo (FT), não se bastam com uma licenciarura adequada e com um curso de investigação criminal. É-lhe exigida constante especialização e um reencontro otimizado com os diferentes operadores do mercado. O balanço da atividade criminógena não se pode quedar por dados (números) sociológicos: processos, condenações, presos e vítimas. Deve assumir relevo a questão que se prende com a recuperação de ativos e a sua (boa) gestão.
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