How does your agency identify its fraud priorities? / Stephen Foster, Jonathan J. Rusch, Murray Taylor
In: Gazette.ISSN 1196-6513. Ottawa. Vol. 70, n.º 1 (2008) , p. 12-13Idioma: Inglês.Assunto: FRAUDE | CORRUPÇÃO | CRIME ECONÓMICO | POLÍTICA CRIMINAL | POLÍTICA POLICIAL | COOPERAÇÃO POLICIAL | CANADÁ | ESTADOS UNIDOS | AUSTRÁLIA Resumo: Subordinado à questão da identificação e definição das prioridades na luta contra a fraude, um painel composto por 3 especialistas (do Canadá, dos Estados Unidos e da Austrália), apresenta as respectivas linhas de orientação das políticas desenvolvidas e implementadas. O director do “RCMP Commercial Crime branch”, refere a existência de 27 unidades localizadas nas maiores cidades do Canadá, que respondem principalmente à fraude de maior dimensão, sendo que as prioridades estratégicas definidas pelo “RCMP Senior Management” incidem na integridade económica, no crime organizado, na juventude, no terrorismo e nas comunidades aborígenes, salientando que as tendências emergentes da fraude que representam maior perigo para o público são identificadas através de técnicas e métodos de avaliação de ameaças. Um dos intervenientes destaca que o “United States Department of Justice” identifica e implementa as prioridades anti-fraude, de três modos: pela adopção de um plano de gestão que visa assegurar a integridade do governo, salvaguardar e manter a confiança no mercado, reduzir o crime violento e organizado e combater a criminalidade transnacional, através de reuniões regulares das principais instituições e grupos especialmente criados para o combate a esta criminalidade, colocando em acção iniciativas proactivas especificamente direccionadas a determinados tipos de fraude, bem como operações dirigidas à criminalidade económica na Internet. O coordenador nacional da “Economic and Special Operations” da “Australian Federal Police” salienta o desenvolvimento do “Fraud Control and Anti Corruption Plan” 2007-2009, através do qual se pretende implementar as melhores práticas em todas as suas áreas funcionais, desenvolver um processo de avaliação de risco, identificar ameaças internas e externas e relacioná-las com as categorias definidas no “Commonwealth Fraud Control Guidelines”.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | PJ28763 (Browse shelf) | Available |
Subordinado à questão da identificação e definição das prioridades na luta contra a fraude, um painel composto por 3 especialistas (do Canadá, dos Estados Unidos e da Austrália), apresenta as respectivas linhas de orientação das políticas desenvolvidas e implementadas. O director do “RCMP Commercial Crime branch”, refere a existência de 27 unidades localizadas nas maiores cidades do Canadá, que respondem principalmente à fraude de maior dimensão, sendo que as prioridades estratégicas definidas pelo “RCMP Senior Management” incidem na integridade económica, no crime organizado, na juventude, no terrorismo e nas comunidades aborígenes, salientando que as tendências emergentes da fraude que representam maior perigo para o público são identificadas através de técnicas e métodos de avaliação de ameaças. Um dos intervenientes destaca que o “United States Department of Justice” identifica e implementa as prioridades anti-fraude, de três modos: pela adopção de um plano de gestão que visa assegurar a integridade do governo, salvaguardar e manter a confiança no mercado, reduzir o crime violento e organizado e combater a criminalidade transnacional, através de reuniões regulares das principais instituições e grupos especialmente criados para o combate a esta criminalidade, colocando em acção iniciativas proactivas especificamente direccionadas a determinados tipos de fraude, bem como operações dirigidas à criminalidade económica na Internet. O coordenador nacional da “Economic and Special Operations” da “Australian Federal Police” salienta o desenvolvimento do “Fraud Control and Anti Corruption Plan” 2007-2009, através do qual se pretende implementar as melhores práticas em todas as suas áreas funcionais, desenvolver um processo de avaliação de risco, identificar ameaças internas e externas e relacioná-las com as categorias definidas no “Commonwealth Fraud Control Guidelines”.
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