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A emergência da prova digital na investigação da criminalidade informática / José Mouraz Lopes, Carlos Antão Cabreiro

Autor: LOPES, José MourazCo-autor: CABREIRO, Carlos AntãoIn: Sub Judice - Justiça e Sociedade.ISSN 0872-2137. Coimbra. N.º 35 (Abril-Junho 2006) , p. 71-79Idioma: Português.Assunto: CRIME INFORMÁTICO | RECOLHA DA PROVA | PRODUÇÃO DE PROVA | PROVA INFORMÁTICA | INTERNET Resumo: Os autores falam-nos, baseados na sua prática profissional, das dificuldades que suscita a obtenção da prova digital no contexto criminal. Como investigar crimes praticados em realidades digitais através de instrumentos legais concebidos e criados para realidades «reais», interrogam-se? Valorizando embora o esforço já realizado no sentido de adaptar alguns mecanismos processuais, bem como a contribuição da jurisprudência, os autores saúdam, sobretudo, o avanço legislativo representado pela Directiva Europeia 2006/24/CE relativa à conservação de dados gerados ou tratados no contexto de oferta de serviços de comunicações electrónicas publicamente disponíveis ou de redes públicas de comunicações. Em vias de transposição para o direito português, o novo regime é susceptível de vir a facilitar a identificação dos autores e o registo ilícitos praticados através de meios informáticos. Tópicos abordados: 1. Um novo paradigma de prova. 2. A prova digital. 3. Os dados de tráfego. 4. Tipologia e conceitos de dados. 5. Natureza e regime legal de acesso: 5.1. Dados de localização; 5.2. Dados de tráfego; 5.3. Dados de base; 5.4. Dados de conteúdo. 6. Da obrigação de preservação de dados – prazo de conservação de dados. 7. Dos fornecedores de serviços de acesso às redes de comunicações. 8. Conclusões.
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Analíticos de Periódicos Biblioteca da Polícia Judiciária
PJ27911 (Browse shelf) Available

(*) Resumo inserto na publicação.

Os autores falam-nos, baseados na sua prática profissional, das dificuldades que suscita a obtenção da prova digital no contexto criminal. Como investigar crimes praticados em realidades digitais através de instrumentos legais concebidos e criados para realidades «reais», interrogam-se? Valorizando embora o esforço já realizado no sentido de adaptar alguns mecanismos processuais, bem como a contribuição da jurisprudência, os autores saúdam, sobretudo, o avanço legislativo representado pela Directiva Europeia 2006/24/CE relativa à conservação de dados gerados ou tratados no contexto de oferta de serviços de comunicações electrónicas publicamente disponíveis ou de redes públicas de comunicações. Em vias de transposição para o direito português, o novo regime é susceptível de vir a facilitar a identificação dos autores e o registo ilícitos praticados através de meios informáticos. Tópicos abordados: 1. Um novo paradigma de prova. 2. A prova digital. 3. Os dados de tráfego. 4. Tipologia e conceitos de dados. 5. Natureza e regime legal de acesso: 5.1. Dados de localização; 5.2. Dados de tráfego; 5.3. Dados de base; 5.4. Dados de conteúdo. 6. Da obrigação de preservação de dados – prazo de conservação de dados. 7. Dos fornecedores de serviços de acesso às redes de comunicações. 8. Conclusões.

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