Critiquing the critics : a brief response to critics of restorative justice / Allison Morris
In: British Journal of Criminology (The).ISSN 0007-0955. Oxford. V.42,n.3 (Summer 2002) , p.596-615Idioma: Inglês.Assunto: A "restorative justice" (justiça restaurativa), tem sido alvo de críticas do ponto de vista, quer empírico, quer filosófico. No presente artigo procura fazer-se um juízo crítico de algumas das críticas efectuadas a este novo conceito de justiça, lembrando que estas resultam, por um lado, de maus entendidos quanto aos seus objectivos, e por outro, do facto de se exigir demasiado da justiça restaurativa, numa altura em que está ainda em fase de aperfeiçoamento. Os esforços para avaliar a justiça restaurativa são também relativamente recentes e as críticas tendem a ignorar as conclusões dos estudos existentes, ou a apresentá-las de uma forma negativa. As críticas pecam igualmente por não salientarem o que a justiça restaurativa conseguiu alcançar e o que pode ainda alcançar em relação aos convencionais sistemas de justiça penal. O exemplo da Nova Zelândia em que os princípios da justiça restaurativa foram amplamente postos em prática, leva a concluir que há razões para se tomar uma atitude até certo ponto positiva relativamente à implementação da mesma Resumo: A "restorative justice" (justiça restaurativa), tem sido alvo de críticas do ponto de vista, quer empírico, quer filosófico. No presente artigo procura fazer-se um juízo crítico de algumas das críticas efectuadas a este novo conceito de justiça, lembrando que estas resultam, por um lado, de maus entendidos quanto aos seus objectivos, e por outro, do facto de se exigir demasiado da justiça restaurativa, numa altura em que está ainda em fase de aperfeiçoamento. Os esforços para avaliar a justiça restaurativa são também relativamente recentes e as críticas tendem a ignorar as conclusões dos estudos existentes, ou a apresentá-las de uma forma negativa. As críticas pecam igualmente por não salientarem o que a justiça restaurativa conseguiu alcançar e o que pode ainda alcançar em relação aos convencionais sistemas de justiça penal. O exemplo da Nova Zelândia em que os princípios da justiça restaurativa foram amplamente postos em prática, leva a concluir que há razões para se tomar uma atitude até certo ponto positiva relativamente à implementação da mesma.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Polícia Judiciária | Available |
A "restorative justice" (justiça restaurativa), tem sido alvo de críticas do ponto de vista, quer empírico, quer filosófico. No presente artigo procura fazer-se um juízo crítico de algumas das críticas efectuadas a este novo conceito de justiça, lembrando que estas resultam, por um lado, de maus entendidos quanto aos seus objectivos, e por outro, do facto de se exigir demasiado da justiça restaurativa, numa altura em que está ainda em fase de aperfeiçoamento. Os esforços para avaliar a justiça restaurativa são também relativamente recentes e as críticas tendem a ignorar as conclusões dos estudos existentes, ou a apresentá-las de uma forma negativa. As críticas pecam igualmente por não salientarem o que a justiça restaurativa conseguiu alcançar e o que pode ainda alcançar em relação aos convencionais sistemas de justiça penal. O exemplo da Nova Zelândia em que os princípios da justiça restaurativa foram amplamente postos em prática, leva a concluir que há razões para se tomar uma atitude até certo ponto positiva relativamente à implementação da mesma.
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