O desenvolvimento das percepções de valor pessoal e de competência escolar em estudantes do 2º. e do 3º. ciclos
In: Psicologia. Oeiras. V.18n.1 (2004) , p.125-145Idioma: Português.Assunto: COMPETÊNCIAS | VALORES DOS JOVENS | DESENVOLVIMENTO INFANTIL | PERCEPÇÃO | SUCESSO ESCOLAR | INTERVENÇÃO CLÍNICA | INTERVENÇÃO EM MEIO ESCOLAR | ESCOLA Localização e Cota : p.103 Resumo: O presente artigo analisa as trajectórias desenvolvimentistas da percepção que as crianças têm da sua competência escolar e do seu valor pessoal, bem como o impacto do rendimento escolar, da retenção no mesmo ano e das transições escolares nessas percepções. Estas variáveis foram avaliadas em 526 estudantes portugueses, 245 raparigas e 281 rapazes, do 5º. ao 9º. ano de escolaridade. Os resultados indicam que: (a) existem trajectórias desenvolvimentistas diferentes para os dois géneros, sendo de forma geral as auto-avaliações dos rapazes mais positivas do que as das raparigas; (b) os estudantes com um melhor desempenho vêem-se como mais competentes na escola do que aqueles com um baixo rendimento; e (c) a mudança de escola parece afectar negativamente as percepções dos estudantes, mas só a partir do 7º. ano de escolaridade. Por último, discutem-se as implicações destes resultados para o planeamento de intervenções clínicas e educacionais que procuram promover o sucesso escolar.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | p.103 (Browse shelf) | Available |
O presente artigo analisa as trajectórias desenvolvimentistas da percepção que as crianças têm da sua competência escolar e do seu valor pessoal, bem como o impacto do rendimento escolar, da retenção no mesmo ano e das transições escolares nessas percepções. Estas variáveis foram avaliadas em 526 estudantes portugueses, 245 raparigas e 281 rapazes, do 5º. ao 9º. ano de escolaridade. Os resultados indicam que: (a) existem trajectórias desenvolvimentistas diferentes para os dois géneros, sendo de forma geral as auto-avaliações dos rapazes mais positivas do que as das raparigas; (b) os estudantes com um melhor desempenho vêem-se como mais competentes na escola do que aqueles com um baixo rendimento; e (c) a mudança de escola parece afectar negativamente as percepções dos estudantes, mas só a partir do 7º. ano de escolaridade. Por último, discutem-se as implicações destes resultados para o planeamento de intervenções clínicas e educacionais que procuram promover o sucesso escolar.
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