Aprendizagem auto-regulada : considereções gerais
In: Revista Portuguesa de Pedagogia. Coimbra. A.31,n.1-2-3 (1997) , p.239-260Idioma: Português.Assunto: APRENDIZAGEM Localização e Cota : P.247 Resumo: Neste artigo, damos conta, de uma forma sequencial, das mudanças de paradigma em termos das conceptualizações de aprendizagem e correlativas implicações no ensino, debruçando-nos, especialmente, sobre as concepções contemporâneas de aprendizagem - aprendizagem auto-regulada. Define-se, em linhas gerais, esta "nova visão" de aprendizagem, tentando operacionalizar-se o sujeito autónomo, como o participante que é metacognitiva, motivacional e cognitivo/comportamentalmente activo no seu processo de ensino-aprendizagem. Isto é, nesta diade, há que considerar, não só os aspectos estritamente intelectuais, mas, igualmente, variáveis como a utilização de procedimentos estratégicos, as percepções de competência e de capacidade, bem como o quadro atribucional dos indivíduos.| Item type | Current location | Call number | Status | Date due | Barcode |
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| Analíticos de Periódicos | Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais | P.247 (Browse shelf) | Available |
Neste artigo, damos conta, de uma forma sequencial, das mudanças de paradigma em termos das conceptualizações de aprendizagem e correlativas implicações no ensino, debruçando-nos, especialmente, sobre as concepções contemporâneas de aprendizagem - aprendizagem auto-regulada. Define-se, em linhas gerais, esta "nova visão" de aprendizagem, tentando operacionalizar-se o sujeito autónomo, como o participante que é metacognitiva, motivacional e cognitivo/comportamentalmente activo no seu processo de ensino-aprendizagem. Isto é, nesta diade, há que considerar, não só os aspectos estritamente intelectuais, mas, igualmente, variáveis como a utilização de procedimentos estratégicos, as percepções de competência e de capacidade, bem como o quadro atribucional dos indivíduos.
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