| 001 - ETIQUETA DE REGISTO |
| Identificador do registo |
409016 |
| 100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO |
| Dados gerais de processamento |
20241118d kmmy0pory50 ba |
| 101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO |
| Língua do texto, banda sonora, etc. |
Português |
| 102 ## - PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO |
| País de publicação |
Portugal |
| 200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE |
| Título próprio |
A Reclusão como possível fator de propagação do Vírus da Imunodeficiência Humana Adquirida, da Hepatite e Tuberculose em meios prisionais do norte de Portugal |
| Primeira menção de responsabilidade |
Teresa Lavandeira Miranda |
| Outras menções de responsabilidade |
ori.tese Maria José Carneiro de Sousa Pinto da Costa, Corália Maria Fortuna de Brito Vicente |
| 210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC. |
| Lugar da publicação, distribuição, etc. |
Porto |
| Nome do editor, distribuidor, etc. |
Universidade do Porto |
| Data da publicação, distribuição, etc. |
2017 |
| 215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA |
| Indicação específica do tipo de material e extensão do item |
158 p. |
| Dimensões |
30 cm |
| 225 ## - COLECÇÃO |
| Título próprio da colecção |
Estudos |
| 328 ## - NOTA DE DISSERTAÇÃO OU TESE |
| Texto da nota |
Tese de Candidatura ao grau de Doutor em Ciências Médicas submetida ao Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto.<br/> |
| 330 ## - SÚMULA OU RESUMO |
| Texto da nota |
Contexto - As doenças infectocontagiosas dos reclusos devem-se em parte<br/>aos seus comportamentos de risco em reclusão. O presente estudo teve<br/>como objetivo determinar a relação existente entre os comportamentos de<br/>risco existentes em meio prisional com as infeções pelo Vírus da<br/>Imunodeficiência Humana (VIH), o Vírus da Hepatite B (VHB), C (VHC) e pelo<br/>Mycobacterium tuberculosis.<br/>Métodos - No presente estudo analisaram-se os dados obtidos através do<br/>mesmo inquérito, aplicado em dois estabelecimentos prisionais do norte de<br/>Portugal, em momentos distintos e à população do sexo feminino e do sexo<br/>masculino.<br/>Na amostra composta por 42 mulheres, nos dois anos de estudo (2008 e<br/>2010) todas estavam infetadas, havendo maior distribuição percentual pelo<br/>vírus da hepatite C (VHC). A maioria (76%) das reclusas afirma ter-se infetado<br/>fora da prisão, assim como a realização de tatuagens (28,5% e 42,8%<br/>respetivamente em 2008 e 2010) e a utilização de precingis. Destas, 15,7%<br/>reclusas afirmaram terem-se infetado na prisão.<br/>Elaborou-se um estudo transversal, com recolha de dados em 2008, 2013 e<br/>2016, numa amostra proveniente de uma Prisão Central do Norte de Portugal<br/>com 136, 144 e 146 indivíduos, totalizando 426, nos anos acima referidos que<br/>decorreu a investigação.<br/>Pela análise dos dados verificou-se que nos 3 anos existiam sujeitos<br/>infetados, isto é, 51,4% em 2008, 51,4% em 2013 e 65,7% em 2016.<br/>Registaram-se, ainda, casos de coinfeção.<br/>À semelhança da população feminina, os homens (78,8%) afirmam ter<br/>consumido drogas ilícitas, sendo o haxixe a substância mais prevalente. Esta<br/>amostra identificou muitos comportamentos de risco, na prisão, como a<br/>partilha de seringas e relações sexuais desprotegidas.<br/>Nos dois estudos efetuados em locais, espaço de tempo e população<br/>diferente, verificou-se a perceção de participantes que assumem ter contraído<br/>uma das doenças infectocontagiosas em causa (VIH, VHB, VHC), dentro do<br/>estabelecimento prisional.<br/>Em acréscimo, nenhum caso de tuberculose foi encontrado na população<br/>estudada.<br/>Os dados foram tratados através do programa informático Statistical Package<br/>for the Social Sciences versão 21.<br/>Conclusão - Os resultados obtidos mostram a existência de comportamentos<br/>de risco no meio prisional o que pode motivar a disseminação de infeções.<br/>Como a prevenção da transmissão de infeções é um objetivo da Saúde<br/>Pública, impõe-se combater, tão rapidamente quanto possível, esses comportamentos.<br/>Não podemos afirmar que os reclusos não se tenham infetado em qualquer<br/>outra prisão, só porque não encontramos nenhum preso que se tivesse<br/>infetado neste estabelecimento prisional, entre 2005 e 2008. |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
MEDICINA |
| ID Autoridade |
1408 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
RECLUSÃO |
| ID Autoridade |
104369 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS |
| ID Autoridade |
4927 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
HIV |
| ID Autoridade |
945 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
RISCO |
| ID Autoridade |
8490 |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
TESE DE DOUTORAMENTO |
| ID Autoridade |
5155 |
| 675 ## - CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL |
| ID Autoridade |
11934 |
| Notação |
61 |
| 700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL |
| Palavra de ordem |
MIRANDA |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Teresa Lavandeira |
| ID Autoridade |
423370 |
| 702 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE SECUNDÁRIA |
| Código de função |
Orientador de tese |
| ID Autoridade |
423371 |
| Palavra de ordem |
COSTA |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Maria José Carneiro de Sousa Pinto da Costa. |
| Datas |
1956- |
| 702 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE SECUNDÁRIA |
| Código de função |
Orientador de tese |
| ID Autoridade |
423372 |
| Palavra de ordem |
VICENTE |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Corália Maria Fortuna de Brito |
| 852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA |
| Cota |
EST1300 |
| 995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES |
| -- |
0 |
| -- |
EST_1300_000000000000000 |
| -- |
2024-11-18 |
| -- |
2024-11-18 |
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0 |