As prisões da P.I.D.E. (Record no. 408120)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 408120
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20231123d mmmy0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
102 ## - PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO
País de publicação Portugal
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio As prisões da P.I.D.E.
Primeira menção de responsabilidade Luis Farinha
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. [S.l.
Endereço do editor, distribuidor, etc. s.n.
Nome do editor, distribuidor, etc. s.d]
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 117-147 p.
Dimensões 30 cm PDF
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Este é um pequeno ensaio sobre a longa e dolorosa via sacra, clandestina<br/>e prisional, percorrida pelos resistentes à ditadura de Salazar e de Marcelo<br/>Caetano durante a longa noite do fascismo português. Muito se sabe já e muito<br/>falta ainda saber. Se hoje alguém quiser ter uma ideia sobre quantos presos<br/>políticos foram retidos nas prisões da ditadura e por quanto tempo, quantos<br/>foram ou não julgados, que rostos tinham, ninguém, de boa fé, poderá afirmá-<br/>lo com rigor. Conhecemos os que foram encarcerados em prisões longas,<br/>conhecemos aqueles sobre os quais foram constituídos processos judiciais pelas<br/>polícias políticas e pelos tribunais, mas desconhecemos todos os outros que<br/>foram encarcerados sem que dessa prisão haja mais do que um pequeno (ou<br/>mesmo nenhum) registo. Para não dizermos que desconhecemos quase por<br/>completo os aprisionamentos feitos em espaços coloniais, sobre populações<br/>negras ou brancas, porque o controlo social era inexistente e porque as fontes<br/>escasseiam ou pura e simplesmente desapareceram. Ficou, no entanto, a<br/>memória que organizações de memória como a Tchiweka, em Angola, se tem<br/>esforçado por resgatar do silêncio.<br/>Porém, não será este desconhecimento que nos poderá levar alguma vez a<br/>negar a realidade: em Portugal foram presos milhares de cidadãos por «delito<br/>de opinião», quase sempre por efeito de delação e sem provas que possam<br/>comprovar as suas responsabilidades pelo ato de que eram acusados – normalmente<br/>de «crime contra a segurança do Estado». Em Portugal foram julgados<br/>milhares de cidadãos, com base em processos constituídos de forma<br/>sumária, sem direito a defesa ou a recurso. Entre 1933 e 1945, foram julgados<br/>13806 presos, a esmagadora maioria acusada de «crime político», no Tribunal<br/>Militar Especial (Lisboa). Foram muitos ou poucos, pergunta-se. E faz sentido<br/>perguntar se foram muitos quando ignoramos o número de todos os outros<br/>que foram presos, mas não foram julgados? Fará mesmo sentido perguntar se<br/>foram muitos se considerarmos que se fosse apenas um já seria demais?
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
ID Autoridade 418033
Elemento de entrada DIREITO PENINTENCIÁRIO
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PRISÃO
Subdivisão geográfica PORTUGAL
ID Autoridade 5106
675 ## - CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL
ID Autoridade 319986
Notação 343.24
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem FARINHA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Luís
ID Autoridade 10374
852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA
Cota 343.24FAR
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- 343_000000000000000_24FAR
-- 2023-11-23
-- 2023-11-23
-- 0
Holdings
Número de registo Número interno Koha (auto-gerado) Biblioteca de aquisição Biblioteca de empréstimo Código de barras Cota Tipo de documento Forma de aquisição
9199 479608 Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais DGRSP9199 343.24FAR Monografias Oferta