Ain’t I a Human? (Record no. 407634)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 407634
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20230228d mmmy0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
102 ## - PAÍS DE PUBLICAÇÃO OU PRODUÇÃO
País de publicação Portugal
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Ain’t I a Human?
Informação de outro título escritos de prisão e o direito à palavra
Primeira menção de responsabilidade Mafalda da Gama Gonçalves Pereira
Outras menções de responsabilidade ori. tese Marinela Carvalho Freitas
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. [S.l.
Nome do editor, distribuidor, etc. s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2022
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 123 p.
Dimensões 30 cm em PDF
225 ## - COLECÇÃO
Título próprio da colecção Estudos
328 ## - NOTA DE DISSERTAÇÃO OU TESE
Texto da nota Dissertação realizada no âmbito do Mestrado em Estudos Literários, Culturais e Interartes, Ramo de Estudos Comparatistas e Relações Interculturais
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Esta dissertação propõe uma leitura de alguns textos de pessoas encarceradas, redigidos no século XXI, problematizando, a partir deles e com eles, o ilusório caráter universal do direito à palavra. Apoiando-se na área emergente dos Estudos de Prisão, e aliando a investigação teórica ao trabalho de campo e de intervenção social, este trabalho analisa os escritos-de-cela produzidos no campo de detenção da Baía de Guantánamo, em cadeias argentinas e em cadeias portuguesas. O objetivo principal será dar conta da importância da expressão literária no contexto quer das detenções políticas, quer do encarceramento legal, mostrando como as vozes do cárcere colocam em causa os enquadramentos sociais que as aprisionam em molduras sub-humanas, perigosas e marginais. Ao desconstruírem estes enquadramentos normativos enraizados no imaginário social, os escritos de prisão comportam um ato de esperança na credibilização das vozes que deles emergem, reivindicando o seu estatuto humano e político. Por constituírem saberes desvalorizados, raramente tidos em conta nas narrativas oficiais que justificam a presença de prisões em todo o mundo, tentaremos demonstrar como o estudo de escritos de prisão e a criação de centros universitários, de forma presencial, dentro dos estabelecimentos prisionais portugueses seriam essenciais para o estabelecimento de uma “ecologia de saberes” (Sousa Santos) e para o reconhecimento da potência social da escrita.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DIREITOS HUMANOS
ID Autoridade 3523
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PRISÃO
ID Autoridade 5106
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
ID Autoridade 115040
Elemento de entrada DIREITO À PALAVRA
Subdivisão geográfica PORTUGAL
675 ## - CLASSIFICAÇÃO DECIMAL UNIVERSAL
-- Fátima Martinho
Notação 342.7
ID Autoridade 401932
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
ID Autoridade 421202
Palavra de ordem PEREIRA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Mafalda da Gama Gonçalves
702 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE SECUNDÁRIA
ID Autoridade 421201
Palavra de ordem FREITAS
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Marinela Carvalho
852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA
Cota EST1174
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- EST_1174_000000000000000
-- 2023-02-28
-- 2023-02-28
-- 0
Holdings
Número de registo Número interno Koha (auto-gerado) Biblioteca de aquisição Biblioteca de empréstimo Código de barras Cota Tipo de documento Forma de aquisição
8813 478886 Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais Biblioteca da Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais DGRSP8813 EST1174 Monografias Oferta