Institucionalização de menores delinquentes (Record no. 392332)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 392332
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20140121d2013 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Institucionalização de menores delinquentes
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Informação de outro título estudo sobre a trajetória delinquente dos educandos
Primeira menção de responsabilidade Armando R. Dias Ramos
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. [S.l.]
Nome do editor, distribuidor, etc. ed. do a.
Data da publicação, distribuição, etc. 2013
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 1 CD-ROM
Dimensões 12 cm
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Ficheiro de 458 KB em formato PDF (38 p.). Trabalho realizado na disciplina de Criminologia, regida pelo Prof. Doutor Paulo Sousa Mendes, no âmbito do mestrado científico em Ciência do Direito - Ciências Jurídico-Criminais, no ano lectivo 2008/2010, ministrado na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota "Tendo por base o tema “Delinquência Juvenil” (...) decidimos abordar a institucionalização de menores delinquentes, ou por outras palavras, ensaiamos, nas linhas que se seguem, um estudosobre a trajetória delinquente do educando, institucionalizado num Centro Educativo (CE) pertencente à então agora extinta Direção-Geral de Reinserção Social do Ministério da Justiça.".1. Introdução. 2. A LTE e as medidas tutelares institucionais. 2.1. – Os regimes de execução. 2.2. – O regime fechado em particular. 3. O projecto de investigação: objecto, hipóteses de trabalho e metodologia adoptada. 3.1. – Objecto. 3.2. - Hipóteses de trabalho. 3.2.1. – O percurso do educando na delinquência iniciou-se pelo contacto com grupos de jovens delinquentes? 3.2.2. – A necessidade de integrar (ou ser aceite) num grupo é um estímulo (ou condição de afirmação) para a prática de actos delinquentes? 3.3 – Metodologia: análise documental, observação directa e interação com os educandos. 4. Viver num centro educativo: um caso de estudo. 4.1. - O CEPAO: breve resenha história e o espaço actual. 4.2. – No mundo dos educandos. 4.3. - O processo de (re)educação: Educar para o Direito e a inserção na vida em comunidade. 4.4. - (In)sucesso e cultura organizacional do CEPAO. 5. Contributo para a análise da trajectória delinquente do Eeducando. 6. Alternativas à institucionalização de menores. 7. Em jeito de conclusão. Bibliografia.
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada REINSERÇÃO SOCIAL
ID Autoridade 225149
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada POLÍTICA SOCIAL
ID Autoridade 234807
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem RAMOS
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Armando R. Dias
ID Autoridade 357419
955 ## -
-- Oferta
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- PJCD_241_000000000000000
-- 2022-06-06
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