Competência para estar em Julgamento num caso de irresponsabilidade criminal (Record no. 376937)

001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO
Identificador do registo 376937
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20180118u y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Inglês
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Competência para estar em Julgamento num caso de irresponsabilidade criminal
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Informação de outro título a americanização da justiça em Portugal?
Primeira menção de responsabilidade Ema Conde, Miguel Nascimento, Fernando Vieira
311 ## - NOTAS RELATIVAS A CAMPOS DE ENTRADAS RELACIONADAS
Texto da nota Resumo inserto na publicação.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota A psiquiatria forense, na interface entre a Medicina e o Direito, depara-se frequentemente com questões complexas sobre as quais a emissão de um juízo técnico-científico se afigura difícil. No presente artigo, exploramos o caso de uma arguida que, após cometer factos típicos e ilícitos configurados na lei penal como crime, veio a desenvolver doença cerebral degenerativa (provável demência em doença de Alzheimer), surgindo o problema da sua incapacidade para participar de forma inteligente e inteligível no processo penal contra ela instaurado. Pela pertinência que poderá ter no caso em apreço, explicita-se e explora-se o constructo legal norte-americano de "Competency to Stand Trial", revisitando-se as diferenças face ao Direito português e as eventuais soluções oferecidas pelo mesmo. A propósito da discussão do caso e da aplicabilidade da "Competency to Stand Trial", efectuou-se uma revisão não sistemática da literatura, incluindo aportes tidos como relevantes da jurisprudência portuguesa. O instituto da "Competency to Stand Trial", quando aplicado nas instâncias judiciárias portuguesas, e ainda que de forma meramente aproximada, parece traduzir-se por Capacidade Judiciária ou Capacidade para Estar em Juízo. A sua aferição resulta da avaliação – contemporânea e transversal – do estado mental do arguido. Uma vez incapaz de estar em juízo, são duas as alternativas sugeridas na jurisprudência portuguesa, nomeadamente a “suspensão” do julgamento e a nomeação de um curador provisório para efeitos de julgamento. Os autores concluem com uma reflexão crítica sobre o caso em apreço e sua presumível evolução, justificando a solução que mais se lhes afigura como recomendada.
461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO
Lugar de publicação [Maia]
Data de publicação Janeiro de 2017
Número do volume Nº 11
Título Psiquiatria, Psicologia & Justiça
ISSN 2182-9381
Descrição física p. 58-90
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PERTURBAÇÃO MENTAL
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PROCESSO PENAL
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada JULGAMENTO
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada RESPONSABILIDADE PENAL
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ESTUDO DE CASOS
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada IMPUTABILIDADE
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem CONDE
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Ema
701 ## - NOME DE PESSOA - CO-RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem NASCIMENTO
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Miguel
701 ## - NOME DE PESSOA - CO-RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem VIEIRA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Fernando
995 ## - Localização e informação dos exemplares
-- 0
-- PJCD_291_000000000000000
-- 2022-06-06
-- 2022-06-06
-- 0
Holdings
Número interno Koha (auto-gerado) Biblioteca de aquisição Biblioteca de empréstimo Cota Tipo de documento
404718 Biblioteca da Polícia Judiciária Biblioteca da Polícia Judiciária PJCD 291 Analíticos de Periódicos