O lugar das vítimas “indefesas”/”vulneráveis” no Código Penal (Record no. 376773)

001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO
Identificador do registo 376773
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20170922u y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio O lugar das vítimas “indefesas”/”vulneráveis” no Código Penal
Indicação genérica do tipo de material Recurso eletrónico
Informação de outro título reflexões acerca da aplicação do princípio da legalidade
Primeira menção de responsabilidade Carina Quaresma
311 ## - NOTAS RELATIVAS A CAMPOS DE ENTRADAS RELACIONADAS
Texto da nota Ficheiro de 1,05 MB em formato PDF (57 p.). Resumo inserto na publicação.
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota O princípio da legalidade é basilar e orientador de todo o Direito Penal, no entanto a utilização de termos vagos no âmbito da Lei dificultam a sua aplicação. Entre as expressões vagas encontradas no Código Penal (CP) incluem-se algumas como “pessoa particularmente indefesa em razão de idade, deficiência, doença ou gravidez” ou “situação de especial vulnerabilidade da vítima”. O Código Penal português, acompanhando a evolução do conhecimento acerca das vítimas de crime, tem vindo a acomodar de forma gradual uma visão voltada para o agravamento da moldura penal de diversos crimes quando estes envolvem vítimas indefesas ou vulneráveis ou para a inclusão da menção a estes conceitos na própria tipificação de alguns crimes. Com base em sete acórdãos do Supremo Tribunal de Justiça, procedeu-se a uma análise da jurisprudência em casos de homicídio qualificado (art. 132.º, n.º 2, alínea c do CP – situações em que o facto é praticado “contra pessoa particularmente indefesa, em razão de idade, deficiência, doença ou gravidez”). Ficou evidente a complexidade interpretativa inerente a estes conceitos. Em alguns casos os tribunais superiores confirmaram a interpretação efetuada pela primeira instância noutros tal não se verificou. Em várias situações a interpretação afastou-se da noção de vítima indefesa em resultado de características “físicas” (ex.: idade, gravidez…), apontando para uma indefensabilidade resultante da forma como o crime foi praticado.
461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO
Lugar de publicação Lisboa
Data de publicação jul./ dez. 2015
Número do volume Ano 3, n.° 6
Título Revista de Direito e Segurança
ISSN 2182-8687
Descrição física p. 85-141
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PRINCÍPIO DA LEGALIDADE
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada CÓDIGO PENAL
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada HOMICÍDIO
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada JURISPRUDÊNCIA
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada VÍTIMA
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem QUARESMA
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Carina
995 ## - Localização e informação dos exemplares
-- 0
-- PJCD_283_000000000000000
-- 2022-06-06
-- 2022-06-06
-- 0
Holdings
Número interno Koha (auto-gerado) Biblioteca de aquisição Biblioteca de empréstimo Cota Tipo de documento
404554 Biblioteca da Polícia Judiciária Biblioteca da Polícia Judiciária PJCD 283 Analíticos de Periódicos