| 001 - IDENTIFICADOR DO REGISTO |
| Identificador do registo |
19113 |
| 100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO |
| Dados gerais de processamento |
20030825u y0pory50 ba |
| 101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO |
| Língua do texto, banda sonora, etc. |
Português |
| 200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE |
| Título próprio |
O ofício de juiz e a história |
| 330 ## - SÚMULA OU RESUMO |
| Texto da nota |
De uma forma ou de outra os tribunais são incumbidos de restabelecer a verdade histórica. No entanto, o juiz não pode pronunciar-se sobre a história sob pena de caucionar uma "história oficial". Ele está obrigado a um dever de neutralidade que constitui o seu ofício. Pode no entanto julgar o método que um historiador utilisa. O que é um "bom" método será aliás a questão crucial. O método do debate contraditório, que exclui a ignorância, as razões puramente especulativas e a dúvida absoluta. Os juízes concebem o método histórico sobre o modelo do debate democrático onde o debate judiciário é a melhor expressão. |
| 461 ## - NÍVEL DE CONJUNTO |
| Número do volume |
N.25 |
| Data de publicação |
Abr.-Jun. 2003 |
| Descrição física |
p.7-14 |
| Título |
Sub-Judice |
| Lugar de publicação |
Lisboa |
| 606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO |
| Elemento de entrada |
JUIZ TRIBUNAIS VERDADE HISTÓRICA |
| 700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL |
| Palavra de ordem |
EDELMAN |
| Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem |
Bernard |
| 852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA |
| Cota |
P.164 |
| 995 ## - Localização e informação dos exemplares |
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P__164_000000000000000 |
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2021-12-17 |
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2021-12-17 |
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