Adaptação À Prisão (Record no. 12178)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 12178
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20201217d2012 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio Adaptação À Prisão
Informação de outro título estudo das relações entre os processos de coping, “marcadores” de bem-estar e ajustamento psicológico
Primeira menção de responsabilidade Leonor Pulido Valente Afonso
Outras menções de responsabilidade ori.tese José F. Azevedo Cruz
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. [S.l.
Nome do editor, distribuidor, etc. s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2012
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item III, 50 p.
Dimensões em PDF
225 ## - COLECÇÃO
Título próprio da colecção Estudos
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Dissertação de Mestrado, Mestrado Integrado em Psicologia Área de Especialização em Psicologia da Justiça
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota Este estudo visou contribuir para um aprofundamento do conhecimento sobre o funcionamentodas variáveis e indicadores psicológicos no âmbito prisional e, especificamente, a sua relação com aadaptação à prisão. Apesar do elevado número de investigações já feitas no contexto da adaptação eajustamento à prisão, existe uma lacuna na integração destes conceitos com outros constructosconceptualmente relacionados, nomeadamente constructos associados ao bem-estar e ajustamentopsicológico: estratégias de coping, as crenças acerca do próprio, a capacidade para se autorregular, osestados de humor mais frequentemente experienciados, bem como os níveis de otimismo, positividadee satisfação com a vida. Os stressores a que esta população está sujeita podem dificultar a adaptação àvida intramuros. Assim, importa saber quais as estratégias normalmente implementadas pelos sujeitospara lidarem com o stress, bem como perceber quais as diferenças na seleção dessas mesmasestratégias entre indivíduos que aparentam ter conseguido um bom ajustamento à nova realidade eindivíduos que parecem lidar com maiores dificuldades com o processo de reclusão. Para melhor secompreenderem as relações entre estas variáveis, apurando que caraterísticas as aproximam edistinguem, foi utilizada uma bateria de questionários que incluía medidas disposicionais dasestratégias de coping, autocontrolo, auto-avaliações e crenças, positividade, satisfação com a vida eestados de humor experienciados na “última semana”. Participaram no estudo 94 homens recluídos deum estabelecimento prisional português, com uma média de idade de aproximadamente 34 anos, compenas que variam entre penas leves e penas mais pesadas e que se encontravam recluídos por váriostipos de crimes cometidos. Os resultados obtidos indicam que existe uma relação significativa entre asestratégias de coping e os “indicadores” de adaptação. Assim, os participantes que se encontrammelhor ajustados ao contexto prisional, parecem recorrer, geralmente, a estratégias focadas nosproblemas e estratégias focadas nas emoções adaptativas. Por outro lado, aqueles que parecem termaiores dificuldades em se adaptar, parecem pontuar mais alto na Perturbação Geral de Humor, o quese traduz por pensamentos, sentimentos e comportamentos menos adaptativos. Adicionalmente,verificou-se que participantes com níveis mais baixos de autocontrolo, têm maior dificuldade emcontrolar o consumo de substâncias e de álcool. Os resultados sugerem a natureza multifacetada doprocesso de adaptação à prisão, bem evidenciado pelas fortes relações entre os processos de adaptaçãoà prisão, por um lado, e as estratégias de coping e constructos associados ou “marcadores” deajustamento psicológico e bem-estar no contexto prisional: o Autocontrolo, a Positividade, o Otimismoe as Crenças ou Auto-Avaliações Nucleares, e Estados de Humor experienciados. Finalmente sugereseque a investigação futura deva apontar para o desenvolvimento de estratégias de coping maisadaptativas e funcionais, através de programas de intervenção específica, prevenindo a reincidênciacriminal e, consequentemente, prisional (Picken, 2012).
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PSICOLOGIA
ID Autoridade 705
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada ADAPTAÇÃO À PRISÃO
ID Autoridade 6370
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada BEM-ESTAR SOCIAL
ID Autoridade 8778
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada RELAÇÕES INTERPESSOAIS
ID Autoridade 5549
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada COPING
ID Autoridade 104959
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada RECLUSO
ID Autoridade 550
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada REINCIDÊNCIA
ID Autoridade 741
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TESE DE MESTRADO
ID Autoridade 5079
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PORTUGAL
ID Autoridade 279
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem AFONSO
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Leonor Pulido Valente
Código de função Co-autor
ID Autoridade 13017
701 ## - NOME DE PESSOA - CO-RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem CRUZ
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem José F. Azevedo
Código de função Orientador de tese
ID Autoridade 13018
852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA
Cota EST1085
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- EST_1085_000000000000000
-- 2021-12-17
-- 2021-12-17
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