A humanização do direito internacional e a responsabilidade penal internacional do indivíduo (Record no. 11136)

001 - ETIQUETA DE REGISTO
Identificador do registo 11136
100 ## - DADOS GERAIS DE PROCESSAMENTO
Dados gerais de processamento 20181107d2016 y0pory50 ba
101 ## - LÍNGUA DA PUBLICAÇÃO
Língua do texto, banda sonora, etc. Português
200 ## - TÍTULO E MENÇÃO DE RESPONSABILIDADE
Título próprio A humanização do direito internacional e a responsabilidade penal internacional do indivíduo
Primeira menção de responsabilidade Natalia Mascarenhas Simões Bentes
Outras menções de responsabilidade ori. tese Francisco António de M. L. Ferreira de Almeida
210 ## - PUBLICAÇÃO, DISTRIBUIÇÃO, ETC.
Lugar da publicação, distribuição, etc. Coimbra
Nome do editor, distribuidor, etc. [s.n.]
Data da publicação, distribuição, etc. 2016
215 ## - DESCRIÇÃO FÍSICA
Indicação específica do tipo de material e extensão do item 322 f.
Dimensões 30 cm em PDF
225 ## - COLECÇÃO
Título próprio da colecção Estudos
300 ## - NOTAS GERAIS
Texto da nota Tese de Doutoramento em Direito, ramo Direito Público, orientada por Professor Doutor Francisco António de M. L. Ferreira de Almeida e apresentada à Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra
330 ## - SÚMULA OU RESUMO
Texto da nota A partir do século XIX, com a humanização do Direito Internacional, o ser humano passa a ser sujeito de direitos e obrigações na sociedade internacional, tendo por consequência a Responsabilidade Internacional do Estado por violação de Direitos Humanos e a Responsabilidade Internacional Penal do indivíduo pelos Tribunais Penais Internacionais. Em julho de 1998, na Conferência Diplomática de Plenipotenciários dasNações Unidas, foi aprovado para adoção o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional com jurisdição criminal permanente, dotado de personalidade jurídica própria, para punição dos crimes internacionais. A Responsabilidade Internacional do indivíduo e os crimes internacionais são provenientes da construção teórica do direito consuetudinário e do conteúdo das normas jus cogens. O princípio da jurisdição universal, o princípio aut dedere aut judicare e o princípio da complementariedade sustentam a constituição do Tribunal Penal Internacional, porém, muitos Estados partes, bem como os Estados não partes não cooperam para a repressão e punição dos crimes de lesa-humanidade no âmbito interno ou não realizam a entrega de Chefes de Estado ao Tribunal Internacional sob a alegação de imunidades internacionais. Fatos que inviabilizam a efetividade da Responsabilidade Penal Internacional no atual DireitoInternacional Público. Demonstrará a possibilidade de alargamento da jurisdição internacional penal para todos os Estados e a possibilidade de incluir atos terroristas como crimes contra humanidade em prol da Humanização do Direito Internacional
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada DIREITO PENAL INTERNACIONAL
ID Autoridade 579
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL
ID Autoridade 2343
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TERRORISMO
ID Autoridade 2053
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada TESE DE DOUTORAMENTO
ID Autoridade 5155
606 ## - NOME COMUM USADO COMO ASSUNTO
Elemento de entrada PORTUGAL
ID Autoridade 279
700 ## - NOME DE PESSOA - RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem Bentes
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Natalia Mascarenhas Simões
Código de função Co-autor
ID Autoridade 12049
701 ## - NOME DE PESSOA - CO-RESPONSABILIDADE PRINCIPAL
Palavra de ordem Almeida
Outra parte do nome não tomada para palavra de ordem Francisco António de M. L. Ferreira de
Código de função Orientador de tese
ID Autoridade 12050
852 ## - LOCALIZAÇÃO E COTA
Cota EST927
995 ## - LOCALIZAÇÃO E INFORMAÇÃO DE EXEMPLARES
-- 0
-- EST_927_000000000000000
-- 2021-12-17
-- 2021-12-17
-- 0
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