000 06662 2200397 4500
001 9480
090 _a9480
100 _a20160304d2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aViolência nas relações de intimidade
_eo impacto na saúde mental da vítima
_fTânia Patrícia Pimentel Simas
_gori.tese Carla Machado, Marlene Matos
210 _a[Braga]
_cEscola de Psicologia
_d2011
215 _a47 p.
_cPDF
_d30 cm
225 _aEstudos
320 _aDissertação de Mestrado Mestrado Integrado em Psicologia Area de Especializacao em Psicologia da Justiça
321 _aA presente investigação reflete o primeiro estudo realizado em Portugal sobre o impacto da violência nas relações íntimas juvenis na saúde mental da vítima. O objetivo primordial deste estudo consistiu na análise dos efeitos da vitimação em relações abusivas na saúde mental. Para tal, atenderam-se a variáveis específicas das interações abusivas – tipo de violência exercida, frequência, histórias prévias de vitimação e violência mútua – e variáveis sociodemográficas (sexo, idade, curso e ano de frequência) no sentido de avaliar o impacto de cada uma na saúde mental. Para além disso, apurou-se a prevalência dos comportamentos abusivos perpetrados e recebidos no seio dos relacionamentos íntimos. A amostra, constituída por 187 estudantes (54% do sexo masculino; 46% do sexo feminino) da Universidade do Minho, dos cursos de Sociologia e Engenharia Informática, englobou os 3 anos do 1º ciclo de estudos. Foram administrados dois questionários de autorrelato que mediam dimensões da violência sofrida (IVC – 2) e a sintomatologia psicopatológica (BSI). O tratamento de dados foi efetuado com recurso ao programa estatístico SPSS. Os resultados revelaram que 35.3% da amostra eram vítimas e 31.6% eram perpetradores. Em relação à prevalência dos tipos de abuso, concluiu-se que o mais frequente foi o abuso emocional, seguido do físico e físico severo, tanto na vitimação como na perpetração, assumindo valores similares. Paralelamente, constatou-se que o género, idade, curso e ano de frequência não possuíam qualquer associação com a experiência de vitimação. Quanto aos efeitos na saúde mental, as vítimas pontuaram níveis significativamente mais elevados de sintomatologia psicopatológica do que as não vítimas. A respeito das variáveis específicas das interações abusivas, constatou-se que o abuso emocional, a existência de um padrão reiterado de violência e a presença de violência mútua foram as que originaram mais consequências negativas na saúde mental. A existência de histórias prévias de vitimação não se constituiu uma variável diferenciadora no que toca ao impacto na saúde mental. Por fim, aludindo às variáveis sociodemográficas, as mulheres, os participantes mais velhos, os estudantes do curso de Sociologia e os alunos do 1º ano revelaram maior propensão para manifestar sintomatologia psicológica. Os resultados do estudo vêm alertar para a necessidade de investimento científico nesta problemática, de forma a alcançar um maior conhecimento sobre as consequências deste fenómeno na saúde mental
330 _aA presente investigação reflete o primeiro estudo realizado em Portugal sobre o impacto da violência nas relações íntimas juvenis na saúde mental da vítima. O objetivo primordial deste estudo consistiu na análise dos efeitos da vitimação em relações abusivas na saúde mental. Para tal, atenderam-se a variáveis específicas das interações abusivas – tipo de violência exercida, frequência, histórias prévias de vitimação e violência mútua – e variáveis sociodemográficas (sexo, idade, curso e ano de frequência) no sentido de avaliar o impacto de cada uma na saúde mental. Para além disso, apurou-se a prevalência dos comportamentos abusivos perpetrados e recebidos no seio dos relacionamentos íntimos. A amostra, constituída por 187 estudantes (54% do sexo masculino; 46% do sexo feminino) da Universidade do Minho, dos cursos de Sociologia e Engenharia Informática, englobou os 3 anos do 1º ciclo de estudos. Foram administrados dois questionários de autorrelato que mediam dimensões da violência sofrida (IVC – 2) e a sintomatologia psicopatológica (BSI). O tratamento de dados foi efetuado com recurso ao programa estatístico SPSS. Os resultados revelaram que 35.3% da amostra eram vítimas e 31.6% eram perpetradores. Em relação à prevalência dos tipos de abuso, concluiu-se que o mais frequente foi o abuso emocional, seguido do físico e físico severo, tanto na vitimação como na perpetração, assumindo valores similares. Paralelamente, constatou-se que o género, idade, curso e ano de frequência não possuíam qualquer associação com a experiência de vitimação. Quanto aos efeitos na saúde mental, as vítimas pontuaram níveis significativamente mais elevados de sintomatologia psicopatológica do que as não vítimas. A respeito das variáveis específicas das interações abusivas, constatou-se que o abuso emocional, a existência de um padrão reiterado de violência e a presença de violência mútua foram as que originaram mais consequências negativas na saúde mental. A existência de histórias prévias de vitimação não se constituiu uma variável diferenciadora no que toca ao impacto na saúde mental. Por fim, aludindo às variáveis sociodemográficas, as mulheres, os participantes mais velhos, os estudantes do curso de Sociologia e os alunos do 1º ano revelaram maior propensão para manifestar sintomatologia psicológica. Os resultados do estudo vêm alertar para a necessidade de investimento científico nesta problemática, de forma a alcançar um maior conhecimento sobre as consequências deste fenómeno na saúde mental.
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aVIOLÊNCIA FAMILIAR
_95705
606 _aSAÚDE MENTAL
_92697
606 _aRELAÇÕES FAMILIARES
_97245
606 _aRELAÇÃO ÍNTIMA
_910582
606 _aVIOLAÇÃO
_9230170
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9158224
_a159.9
700 _9423542
_aSIMAS
_bTânia Patrícia Pimentel
702 _4727
_9324868
_aMACHADO
_bCarla
702 _4727
_9327024
_aMATOS
_bMarlene
852 _jEST825