000 03170nam a2200325 4500
001 9459
090 _a9459
100 _a20160302d2012 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aViolência doméstica
_esignificados em torno da intervenção em grupo com mulheres vítimas
_fAlexandre Herculano da Conceição Soares da Cunha
210 _a[Braga]
_cUniversidade do Minho
_d2012
215 _a50 p.
_d30 cm (Digitalizada)
225 _aEstudos
300 _aTese de Dissertação de mestrado integrado em Psicologia, Especialidade de Psicologia da Justiça, pela Universidade do Minho, Escola de Psicologia
330 _aNo plano internacional, a intervenção em grupo é a modalidade terapêutica mais utilizada com vítimas de violência conjugal Tutty, Bidgood e Rothery (1993). Não obstante, em Portugal, a intervenção em grupo é muito recente e pouco comum. Embora existam poucos estudos sobre a eficácia desta forma de intervenção (Lundy & Grossman, 2001), os que existem apontam para um conjunto de ganhos que o grupo proporciona às mulheres (e.g., competências pessoais, competências sociais, estratégias de coping) (e.g., Raynor & Cantin, 1997, Cox & Stoltenberg, 1991). Com o intuito de conhecermos melhor a experiência, os significados e o impacto deste formato de intervenção terapêutica nas mulheres vítimas de violência conjugal, desenvolvemos uma investigação qualitativa, tendo como metodologia de estudo a análise de conteúdo temática. A amostra é constituída por 19 mulheres vítimas de violência conjugal, que beneficiaram de uma intervenção psicoterapêutica em grupo, desenvolvida no âmbito do projeto Grupos de Ajuda Mútua (GAM), dinamizado pela Universidade do Minho. Procedeu-se à recolha dos dados através de uma entrevista semiestruturada e, posteriormente, o tratamento dos dados foi efetuado com o apoio do software NVIVO8. Os resultados permitem concluir que a intervenção em grupo tem um impacto positivo junto das mulheres vítimas de violência conjugal. Na perspetiva das participantes esta modalidade terapêutica concede um conjunto de vantagens, designadamente, maior suporte social, aumento do bem-estar geral (e.g., diminuição de sintomas), maior apoio psicoemocional, desenvolvimento de estratégias coping (e.g., resolução de problemas, tomada de decisão), partilha de experiência, aumento do conhecimento sobre a violência conjugal (e.g., rompimento com a ideia de caso único, identificação do ciclo da violência), entre outros ganhos que ajudam as vítimas a lidar melhor com o problema e os seus efeitos.
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aDIREITO PENAL
_9220
606 _aINTERVENÇÃO EM GRUPO
_9105038
606 _aMULHER
_9917
606 _aVÍTIMA
_9918
606 _aTERAPIA
_96017
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aCUNHA
_bAlexandre Herculano da Conceição Soares da
_910567
852 _jEST806