000 03729 2200349 4500
001 9457
090 _a9457
100 _a20160302d2015 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aAtitudes de guardas prisionais relativamente a contactos sexuais entre reclusos e à sua prevenção
_fClaúdia Cristina Felisberto Coelho
_gori. tese Rui Abrunhosa Gonçalves
210 _a[Braga]
_cInstituto de Educação e Psicologia
_d2008
215 _a155 p.
_cPDF
_d30 cm
225 _aEstudos
328 _aMestrado em Psicologia Área de especialização em Psicologia da Justiça
330 _aA sexualidade em contexto prisional é uma problemática que permanece pouco investigada, ainda que venha adquirindo crescente notoriedade, tornando-se indispensável evoluir na compreensão das dinâmicas prisionais para que se proceda a uma implementação de políticas que respondam eficazmente a contactos sexuais consensuais e violentos, assegurando a segurança e saúde da população recluída durante o cumprimento das penas. Não obstante este fenómeno não ter sido ainda abordado na realidade prisional portuguesa, é possível presumir que não é exclusivo de outros países onde as prevalências obtidas são variáveis mas, ainda assim, preocupantes. Atendendo às funções desempenhadas pelos guardas prisionais e à sua proximidade relativamente aos reclusos, o presente estudo teve como objectivo a avaliação das atitudes evidenciadas pelos guardas relativamente à homossexualidade entre reclusos, bem como as suas atitudes acerca da prevenção de contactos sexuais entre reclusos e o impacto de variáveis demográficas e profissionais ao nível das atitudes dos guardas. Os resultados obtidos evidenciam uma ligeira tendência por parte dos guardas para a adopção de atitudes conservadoras face à homossexualidade entre reclusos, que é perspectivada de forma estática e dependente dos comportamentos, sendo que estas atitudes sofrem a influência da idade e tempo de serviço dos guardas prisionais, bem como da população recluída nos estabelecimentos prisionais onde desempenham funções (nomeadamente, da quantidade de ofensores sexuais encarcerados). Por outro lado, a maioria dos guardas apresenta atitudes favoráveis à prevenção de contactos sexuais entre reclusos, em particular quando estes resultam de vitimação. Estas atitudes, principalmente as que estão associadas à prevenção de contactos sexuais forçados entre reclusos, são influenciadas pela população recluída nos estabelecimentos prisionais onde os guardas trabalham, bem como pelo conhecimento da existência de contactos sexuais entre reclusos. Por fim, serão consideradas algumas limitações inerentes ao estudo, a par de propostas para investigações futuras e serão tecidas considerações relativamente ao efeito que os resultados obtidos poderão ter na elaboração, implementação e aperfeiçoamento de programas de formação dos guardas prisionais e de medidas direccionadas à questão dos contactos sexuais entre reclusos.
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aGUARDA PRISIONAL
_97169
606 _aRECLUSO
_9550
606 _aSEXO
_96478
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9158224
_a159.9
700 _aCOELHO
_bClaúdia Cristina Felisberto
_9105361
702 _4727
_9407508
_aGONÇALVES
_bRui Abrunhosa
_f1958-
852 _jEST809