| 000 | 02844nam a2200337 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 8866 | ||
| 090 | _a8866 | ||
| 100 | _a20150617d2014 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aA evolução do quotidiano prisional em Portugal _eo caso da cadeia de Braga _fDonzília Manuela da Silva Coelho _gori. tese Alexandra Esteves |
||
| 210 |
_aBraga _c[s.n.] _d2014 |
||
| 215 |
_a181 p. _d30 cm e em PDF |
||
| 225 | _aEstudos | ||
| 300 | _aDissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa para a obtenção do grau de Mestre em Serviço Social, Centro Regional de Braga. Faculdade de Ciências Sociais. Estabelecimento Prisional de Braga | ||
| 330 | _aEsta investigação teve como objetivo estudar o impacto que o sistema prisional exerce sobre os indivíduos, nomeadamente, no seu quotidiano, bem como a evolução que registou nas áreas da saúde, de ensino, o trabalho e da população prisional. Tratando-se de instituições “fechadas”, as prisões têm vindo a sofrer diversas alterações na sua formar de encarar e de lidar com os reclusos. Até ao século XVIII, o corpo humano era visto como um objeto, sobre o qual recaía o castigo, aplicado na praça pública, sem qualquer respeito pela dignidade e pela integridade do criminoso. Com o aparecimento e a divulgação das ideias iluministas, inicia-se um processo de humanização das penas. A prisão passa a ser a punição imposta aos criminosos. Contudo, tratava-se de uma instituição que em nada ajudava o preso, mas, pelo contrário, corrompia ainda mais a sua alma. As leis penais foram sofrendo alterações e a prisão passou a desempenhar também uma função ressocializadora e regeneradora do recluso, utilizando os meios considerados mais apropriados para alterar o seu comportamento, designadamente, o ensino, o trabalho e a ocupação dos tempos livres. O presente estudo centra-se na cadeia de Braga e procura conhecer a sua população e o seu quotidiano, analisar a evolução que tem havido no seu funcionamento, as dificuldades com que se defronta e as propostas para as resolver, como, por exemplo, no que diz respeito ao problema da sobrelotação do espaço prisional e da organização de atividades para todos os reclusos. | ||
| 606 |
_aSERVIÇO SOCIAL _91183 |
||
| 606 |
_aESTABELECIMENTO PRISIONAL _9551 |
||
| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
||
| 606 |
_aPOPULAÇÃO PRISIONAL _95183 |
||
| 606 |
_aRECLUSO _9550 |
||
| 606 |
_aRECLUSÃO _9104369 |
||
| 606 |
_aESTRUTURA INSTITUCIONAL _9102730 |
||
| 606 |
_aESTRUTURA ORGANIZACIONAL _9101419 |
||
| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
||
| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
||
| 700 |
_aCOELHO _bDonzília Manuela da Silva _9105059 |
||
| 701 |
_aESTEVES _bAlexandra _4727 _910146 |
||
| 852 | _jEST659 | ||