| 000 | 03996 2200349 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 8831 | ||
| 090 | _a8831 | ||
| 100 | _a20150615d2011 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aSaúde em meio prisional _efactores de risco psicossociais e comportamentais _eo caso de indivíduos em cumprimento de penas e de medidas de segurança _fEmília Tavares Marques _gori.tese José Luís Pais Ribeiro |
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| 210 |
_a[s.l.] _d2011 |
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| 215 |
_a348 p. _cPDF _d30cm |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aTese apresentada na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade do Porto, para obtenção o grau de Doutor em Psicologia | ||
| 330 | _aA presente investigação visa estudar a saúde em meio prisional, identificando alguns factores de risco psicossociais e comportamentais que interferem com a mesma. A amostra é formada por 195 sujeitos masculinos residentes num estabelecimento prisional do Norte do país ( 55,87% do total), sendo 148 são imputáveis (57,59%, exclusive os que estão em semi-detenção e prisão por dias livres), 46 inimputáveis (50,00% do total dos internados na Clínica de Psiquiatria e Saúde Mental dessa instituição) e um preventivo. Começamos por enquadrar os pressupostos que nos norteiam, abordando e clarificando, numa perspectiva bio-psico-social, conceitos que consideramos pertinentes e relevantes para este trabalho. Posto isto, centramo-nos sobre questões relativas à avaliação psicológica, como deontológicas e outras inerentes à investigação. Posteriormente, procuramos relacionar a percepção que os sujeitos têm do seu estado de saúde com características da sua personalidade evidenciadas, níveis de ansiedade, depressão e stresse apresentados, estratégias de coping utilizadas e a satisfação com o suporte social percebido, bem como perceber como estes vectores interagem com questões ligadas a variáveis jurídico-penais, institucionais e inerentes a comportamentos de risco. A apresentação, análise e discussão dos resultados tiveram em conta os constructos envolvidos em cada um dos instrumentos de avaliação utilizados: entrevista estruturada (composta por variáveis sociodemográficas, jurídico-penas e institucionais e inerentes a comportamentos), Questionário de Análise Clínica (CAQ), Questionário do Estado de Saúde-8 (SF-8), Escalas de Ansiedade, Depressão e Stresse (EADS), Brief COPE e Escala de Satisfação com o Suporte Social (ESSS). Os resultados validam oito das dez hipóteses levantadas em função dos constructos atrás referidos e sugerem que o equilíbrio bio-psico-social em meio prisional depende da interacção desses constructos, assim como de ser primário, não ter um tempo curto de cumprimento de privação jurídica de liberdade, ter comportamentos aditivos, ocupação, visitas e medidas de flexibilização da pena. Ficou patente que há indicadores de risco hetero-agressivos nestes sujeitos, mas também ficou latente a possibilidade de ocorrência de comportamentos auto-agressivos nos mesmos. Assim, podemos afirmar que, de facto, a saúde em meio prisional envolve factores psicossociais e comportamentais, alguns de risco. Certamente, alguns transitaram do meio livre através do sujeito e foram reciclados em razão da clausura, outros aprendidos, e, este todo transitará mais cedo ou mais tarde para a liberdade, para ser mantido/transformado. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aESTABELECIMENTO PRISIONAL _9551 |
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| 606 |
_aSAÚDE _9788 |
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| 606 |
_aCOMPORTAMENTO _95092 |
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| 606 |
_aRISCO _98490 |
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| 606 |
_aCRIMINALIDADE _9469 |
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| 606 |
_aPERSONALIDADE CRIMINAL _9244596 |
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| 606 |
_aDEONTOLOGIA _97179 |
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| 606 |
_aTESE DE DOUTORAMENTO _95155 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 675 |
_9158224 _a159.9 |
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| 700 |
_aMARQUES _bEmília Tavares _910114 |
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| 702 |
_9327238 _aRibeiro, José Luís Pais _4727 |
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| 852 | _jEST623 | ||