000 02454nam a2200361 4500
001 8248
010 _a9789896151348
090 _a8248
100 _a20110601d2011 y0pory50 ba
101 _apor
200 _aRelatório da Comissão para a eficiência operacional da justiça
_eeficiência e produtividade do sistema judicial
_eum desafio que temos de vencer
_fMinistério da Justiça
_gpref. Alberto Martins
205 _a1ª ed.
210 _aLisboa
_cCentro Atlântico
_d2011
215 _a84 p.
_d21 cm
225 _aSociedade da Informação
300 _aAlberto Martins Ministro da Justiça
330 _a- Relatório da Comissão para a Eficiência Operacional da Justiça, dando expressão prática a uma orientação do Programa de Estabilidade e Crescimento de 2010. Pela sua composição e objectivos, a Comissão distinguiu-se de outras ao conjugar saberes de diversas procedências e centrar atenções num ponto-chave, cuja consideração se tornou inadiável. Sem mais eficiência operacional os recursos financeiros que o Estado dedica à Justiça serão frustrantemente gastos sem atingir melhorias a que os cidadãos e empresas têm direito. Precisamos de reformas dirigidas a alvos bem delimitados e de um grande esforço de inovação e reorganização. O mérito maior do Relatório que ora se divulga é o apontar nós-górdios sugerindo a forma de os cortar Relatório da Comissão para a eficiência operacional da justiça (2010-2013). - Anexo: fontes de informação estatística. - Resolução do Conselho de Ministros Nº 17/2011: Aprova as orientações e medidas prioritárias tendentes à concretização de reformas com vista ao melhoramento da eficiência operacional da Justiça. - Despacho Nº 9960/2010: Cria a Comissão para a eficiência operacional da Justiça.
606 _aDIREITO PROCESSUAL PENAL
_9219
606 _aREFORMA DA JUSTIÇA
_98582
606 _aESTATÍSTICA
_9913
606 _aORGANIZAÇÃO DA JUSTIÇA
_9764
606 _aLEI
_91275
606 _aPORTUGAL
_9279
700 _aMartins
_bAlberto
_4080
_9329789
710 _aMINISTÉRIO DA JUSTIÇA
_4070
_9464
852 _j343.1MIN