| 000 | 01619nam a2200325 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 8132 | ||
| 090 | _a8132 | ||
| 100 | _a20100225d2002 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aReinserção social _ecaminhos _fMaria José G. A. Horta de Oliveira |
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| 210 |
_aLisboa _c[s.n.] _d2002 |
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| 215 |
_a94 p. _d30cm |
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| 330 | _aMediante a elaboração do presente estudo procurarei situar a prisão enquanto reacção social e formal ao crime, perspectivando-a como a (ainda) principal estação de resposta institucional à delinquência. A reinserção social emerge como sequência natural na fase final do processo de criminalização, cuja função aparece, por vezes, confundida. Da revisão da literatura resultou a definição de um programa de intervenção juspsicológica, direccionado para a reinserção dos sujeitos que foram recluídos, visando reintegrá-los na vida familiar, social e comunitária, prevenindo, em simultâneo, as recidivas. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aREINSERÇÃO SOCIAL _9693 |
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| 606 |
_aCRIMINOLOGIA _9704 |
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| 606 |
_aINTERVENÇÃO PSICOLÓGICA _95464 |
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| 606 |
_aCRIME _94988 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aARQUITECTURA PRISIONAL _95844 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 700 |
_aOLIVEIRA _bMarta José G. A. Horta de _99409 |
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| 852 | _jEST281 | ||