| 000 | 02169 2200349 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 8099 | ||
| 090 | _a8099 | ||
| 100 | _a20091111d2006 y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 200 |
_aFechados no silêncio _esem-abrigo _fMaria Manuela Dias Fernandes |
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| 210 |
_aPorto _cUniversidade Aberta _d2006 |
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| 215 |
_a169 p. _d30 cm |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aTese de mestrado em Relações Interculturais | ||
| 330 | _aO fenómeno dos sem-abrigo, tal como se apresenta hoje na sociedade portuguesa, pode ser considerado muito recente. As características da população que pede nas ruas ou que nas mesmas pernoita, alteraram-se na última década. Com frequência nos cruzamos com pessoas dos dois sexos, de diferentes idades e etnias, estrangeiros que mal sabem falar português e que recorrem à mendicidade ou ao desenvolvimento de pequenas tarefas (arrumar carros ou lavar os vidros pára-brisas) para angariar uma pequena verba pecuniária. A visibilidade deste problema social contribuiu para que se olhasse para o mesmo, de uma nova forma, procurando-se a sua compreensão no desenvolvimento sócio-económico da sociedade, na incapacidade de se gerarem mecanismos preventivos da situação de sem-abrigo. Ou seja, a responsabilidade individual, por doença ou ociosidade, normalmente atribuída a quem pedia uma esmola, foi diluída numa compreensão mais alargada do problema, dando-se ênfase a factores estruturais, como o desemprego, as baixas pensões e reformas, os baixos salários, as rupturas relacionais e simbólicas. | ||
| 606 |
_aSOCIOLOGIA _9558 |
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| 606 |
_aPOBREZA _95186 |
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| 606 |
_aEXCLUSÃO SOCIAL _91364 |
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| 606 |
_aIDENTIDADE SOCIAL _9103125 |
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| 606 |
_aREPRESENTAÇÃO SOCIAL _95357 |
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| 606 |
_aESTUDO DE CASO _9102465 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 675 |
_9421247 _a316 |
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| 700 |
_aFERNANDES _bMaria Manuela Dias _99353 |
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| 702 |
_aSILVA _bLuísa Ferreira da _97548 |
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| 852 | _jEST491 | ||