| 000 | 08589 2200361 4500 | ||
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| 001 | 409191 | ||
| 010 | _a 978-989-99574-3-5 | ||
| 090 | _a409191 | ||
| 100 | _a20250402d u||y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aInquérito Nacional sobre Comportamentos Aditivos em Meio Prisional _ecaracterização da população prisional, crimes cometidos e dependências face às drogas, bebidas alcoólicas e jogo a dinheiro _fRita Mendes; Sofia Gaspar; Rui Brito Fonseca; Clara Oliveira; Catarina Dias _gcoord. Anália Torres |
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| 210 |
_aLisboa _c Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências _d2016 |
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| 215 |
_a305 p. _d30 cm |
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| 330 | _aO Inquérito Nacional sobre Comportamentos Aditivos em Meio Prisional é um estudo que replica os já realizados em 2001 e 2007 sobre drogas em meio prisional, alargando agora o seu âmbito aos consumos de álcool, tabaco e às práticas de jogo. O estudo de 2001 foi um estudo pioneiro, já que foi a primeira vez que se investigou e analisou os consumos de drogas dos reclusos no universo prisional português, através de um exercício metodologicamente complexo mas que se revelou muito bem-sucedido na sua concretização. Em 2007 o estudo foi replicado sem as dificuldades iniciais e beneficiando agora da experiência pioneira anterior.1 O presente relatório apresenta os resultados da pesquisa realizada durante o ano de 2014.2 A comparação sistemática dos resultados referentes às três aplicações, permite avaliar tendências fortes e transformações, quer no que diz respeito ao consumo de drogas, álcool, tabaco e práticas de jogo e sua relação com a reclusão, quer relativamente aos tipos de crimes, quer ao próprio sistema prisional. Deste modo, torna-se possível responder à necessidade de avaliação da realidade anteriormente diagnosticada, de forma a produzir evidência capaz de informar a delineação de políticas públicas orientadas para a situação atualmente existente. Neste sentido, o SICAD – Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências – propôs que se realizasse a reedição do estudo. A análise dos resultados permitiu identificar diferentes perfis de reclusos, possibilitando ainda a obtenção de informação sobre as suas principais preocupações, relativamente às condições de vida nos estabelecimentos prisionais, assim como as suas opiniões sobre diferentes aspetos relacionados com as drogas e as toxicodependências. Para além disso, replicou-se a aplicação do inquérito aos diretores dos estabelecimentos prisionais, tendo-se recolhido também as suas preocupações e opiniões a respeito dos mesmos aspetos, avaliando-se ainda da sua disponibilidade para a implementação de medidas específicas relativas aos comportamentos aditivos, identificando-se diferentes perfis sociodemográficos destes dirigentes. Foram ainda inquiridos os técnicos de saúde dos serviços clínicos dos EP, relativamente aos consumos de drogas, álcool, tabaco e práticas de jogo, à prevalência de doenças infetocontagiosas e à existência de programas terapêuticos específicos dirigidos aos reclusos. Ainda para responder aos parâmetros de análise em desenvolvimento a nível europeu, nomeadamente ao inquérito-piloto European Questionnaire on Drug Use among Prisoners (EQDP) e à necessidade de manter critérios de comparabilidade com os dois trabalhos realizados anteriormente – em 2001 e 2007 – foi necessário proceder a uma reformulação da estrutura do questionário e de diversas questões. Os resultados da pesquisa constituem informação fundamental para o SICAD e para o Observatório Europeu das Drogas e da Toxicodependência relativamente aos consumos de drogas, de álcool, de tabaco e às práticas de jogo. Também a informação recolhida quanto às preocupações de reclusos e diretores e quanto à forma como ambos avaliam aspetos da vida prisional, e a sua evolução ao longo dos anos, será decerto de grande utilidade para a Direcação Geral da Reinserção e dos Serviços Prisionais. O relatório é constituído por dois volumes, contendo o primeiro volume uma introdução seguida de sete capítulos. No primeiro capítulo, apresenta-se um conjunto de informação de enquadramento, sobre a situação atual e evolução geral das prisões europeias e nacionais. Relaciona-se os tipos de pena aplicados em situações de condenação, por crimes relacionados com drogas em contexto europeu. Explicitam-se ainda neste capítulo os procedimentos metodológicos utilizados, tanto para a conceção e aplicação do questionário aos reclusos, como para a realização do inquérito/auscultação aos diretores e serviços clínicos dos estabelecimentos prisionais. No segundo capítulo apresenta-se uma análise comparativa da caracterização sociodemográfica dos reclusos ao longo das três aplicações do questionário, destacando as tendências verificadas em 2014. Para além disso, apresentam-se os dados relativos às suas situações clínicas, à prevalência de doenças infetocontagiosas dos reclusos nos estabelecimentos prisionais e às práticas preventivas e de risco de contágio. O terceiro capítulo ocupa-se das situações penais e prisionais dos reclusos e a sua articulação com diversas variáveis sociodemográficas. Essas variáveis relacionam-se ainda com crimes cujos motivos estejam, diretamente ou indiretamente ligados às drogas, ao álcool e à prática de jogo ilícito. Relacionam-se ainda os diferentes tipos de crime com a duração das penas. No quarto capítulo analisam-se com maior detalhe as características da população reclusa consumidora de drogas, com especial enfoque nas declarações de consumo dos reclusos, nos tipos de substâncias consumidas, na frequência com que o fazem ou faziam antes e durante a reclusão, quais as modalidades de consumo, o recurso a programas de tratamento, os consumos injetáveis e os episódios de overdose. O quinto capítulo aborda os consumos de álcool e tabaco nos estabelecimentos prisionais, a frequência com que o fazem ou faziam antes e durante a reclusão, assim como a sua relação com diversas variáveis sociodemográficas. No sexto capítulo identificam-se práticas de jogo a dinheiro em meio livre, antes da reclusão, e “a dinheiro” (ou em troca de outros bens/ serviços) em ambiente prisional, relacionando ainda estas práticas com as variáveis sociodemográficas já nomeadas. Finalmente, neste primeiro volume, no sétimo capítulo, revelam-se os perfis de diversos grupos de reclusos do sistema prisional português, com recurso a uma análise de correspondências múltiplas. O segundo volume analisa as perceções dos reclusos e reclusas relativamente às condições de vida nas prisões, aos aspetos mais preocupantes no contexto da reclusão, às representações sobre toxicodependência e toxicodependentes e ainda às opiniões sobre eventuais medidas e soluções para o problema das drogas em meio prisional. Também neste segundo volume se analisam as principais preocupações e opiniões dos diretores e diretoras sobre os contextos prisionais, sobre as drogas e as toxicodependências, consumos de álcool, tabaco e práticas de jogo, medidas que consideram de maior ou menor importância e compara-se perspetivas de diretores/ serviços clínicos e de reclusos relativamente a estas temáticas. Apresenta-se ainda uma análise de correspondências múltiplas, onde se sugere a existência de três perfis de diretores dos estabelecimentos prisionais. Finalmente, tratam-se duas questões introduzidas pela primeira vez na investigação de 2014 relativas às perceções do impacto dos consumos de drogas, álcool, tabaco e práticas de jogo, nas vivências dos reclusos em meio livre e em meio prisional. | ||
| 606 |
_91408 _aMEDICINA |
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| 606 |
_95618 _aÁLCOOL |
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| 606 |
_aSUBSTÂNCIAS ILICITAS _9423592 |
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| 606 |
_99147 _aSUBSTÂNCIAS PSICOACTIVAS |
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| 606 |
_95106 _aPRISÃO |
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| 606 |
_98694 _aCONTEXTOS SOCIAIS |
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| 606 |
_9279 _aPORTUGAL |
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| 675 |
_911934 _a61 |
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| 700 |
_99028 _aMENDES _bRita Veloso |
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| 701 |
_9423596 _aGASPAR _bSofia |
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| 701 |
_9423597 _aFONSECA _bRui Brito |
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| 701 |
_914370 _aOLIVEIRA _bClara |
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| 701 |
_9423598 _aDIAS _bCatarina |
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| 702 |
_4340 _9419489 _aTORRES _bAnália Cardoso _f1954- |
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| 801 |
_aPT _gRPC |
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| 852 | _j61MEN | ||