| 000 | 03458 2200349 4500 | ||
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| 001 | 409165 | ||
| 090 | _a409165 | ||
| 100 | _a d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aVinculação, experiências adversas e trajetórias criminais _euma análise comparativa entre ofensores nas relações de intimidade e ofensores de outras tipologias de crime _fDiogo Moreira Sousa _gori. tese Mariana Gonçalves |
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| 210 |
_aBraga _cEscola de Psicologia _d2023 |
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| 215 |
_a32 p. _d30 cm _cPDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação de Mestrado em Psicologia a da Justiça | ||
| 330 | _aEste estudo investiga a relação entre os tipos de vinculação na infância e idade adulta e as experiências adversas em reclusos portugueses, com ênfase em ofensores detidos pelo crime de violência doméstica ou homicídio conjugal, comparados com ofensores detidos por outros crimes, sem história de violência doméstica. A amostra inclui 125 homens reclusos, divididos em dois grupos: 70 (56%) ofensores de violência nas relações de intimidade e 55 (44%) ofensores detidos por outras tipologias de crime. A investigação visa compreender a relação entre experiências adversas e indicadores de vinculação e a sua influência em comportamentos criminais específicos. O estudo envolveu a recolha de dados presencial em estabelecimentos prisionais no Norte de Portugal, através da aplicação de instrumentos psicométricos como a Escala de Memórias Precoces de Calor e Segurança, a Escala de Memórias de Infância (EMBU), a Escala de Vinculação do Adulto e o Questionário Internacional de Experiências Adversas na Infância (ACE-IQ). Os resultados indicam que a maioria dos reclusos (n = 64; 59.8%) apresentava estilos de vinculação inseguros. Em termos de experiências adversas, a exposição à violência doméstica e comunitária, bem como o abuso físico e emocional, foram as mais prevalentes. Os dois grupos diferenciaram-se significativamente nos estilos de vinculação. Os indivíduos do grupo de outros crimes apresentaram maior prevalência de vinculação evitante. Por sua vez, os indivíduos do grupo VRI apresentaram uma maior prevalência de vinculação ansiosa. As correlações entre experiências adversas e indicadores de vinculação confirmam que uma infância marcada por adversidades está associada a estilos de vinculação inseguros na idade adulta. Este estudo sublinha a necessidade de intervenções precoces para mitigar os efeitos das experiências adversas na infância, promovendo vínculos seguros e reduzindo a probabilidade de comportamentos criminosos futuros. As políticas e práticas devem focar-se em fornecer suporte emocional e educacional desde a infância, visando a prevenção da violência nas relações de intimidade e outros crimes | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA NA INTIMIDADE _9423560 |
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| 606 |
_aVIOLÊNCIA DOMÉSTICA _9410456 |
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| 606 |
_aCRIME _94988 |
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| 606 |
_aINTERVENÇÃO PRECOCE _9111793 |
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| 606 |
_aTRAUMA INFANTIL _9423561 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 675 |
_9158224 _a159.9 |
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| 700 |
_aSOUSA _bDiogo Moreira _4070 _9423559 |
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| 702 |
_aGONÇALVES _bMARIANA _9423558 _4727 |
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| 852 | _jEST1361 | ||