| 000 | 03164 2200337 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 409153 | ||
| 090 | _a409153 | ||
| 100 | _a20250211d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aO impacto da pandemia COVID -19 nas prisões portuguesas. _fAna Margarida Sousa Moreira _gori. tese Fernando Conde Monteiro, Rui Abrunhosa Gonçalves |
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| 210 |
_aBraga _cEscola de Direito _d2023 |
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| 215 |
_a104 p. _d30 cm _cPDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação de Mestrado em Ciências Criminais Vertente de Criminologia | ||
| 330 | _aContexto: A pandemia COVID-19 rapidamente se espalhou pelo mundo todo durante o primeiro semestre do ano 2020. Com base nos sintomas e fatores de risco, alguns grupos específicos mereceram mais atenção que outros. Em prol desta afirmação, as prisões afiguram ser instituições de caráter debilitado em face às adversidades vividas. Objetivo: O objetivo pauta-se pela compreensão e vivências de pessoas que foram forçadas a trabalhar e abandonar suas residências e famílias, numa altura em que toda a população mundial organizava confinamentos evitando todos os contactos que podiam ser evitados. As quatro paredes das prisões, associadas às doenças e condições propícias encontradas dentro deste estabelecimento, são propícias à propagação do vírus. Com base nisso, vários organismos internacionais e nacionais se uniram com orientações para tal. Método: Entrevistas de cariz qualitativa e quantitativo organizada com guião, de forma a perceber as características demográficas de uma amostra da população de guardas prisionais de Paços de Ferreira e a experiência dentro das prisões durante a pandemia vivida, de forma a comparar com estudos longitudinais organizados noutras instituições. Resultados: Os resultados apresentam que a vida dentro das prisões foi esquecida durante a pandemia, não atingindo a magnitude de atenção que seria de prever visto ser uma população de risco. A falta de guardas prisionais foi acentuada durante esta época, queixas anteriores já tinham sido evocadas, no entanto com as baixas derivadas do vírus, está falta foi exacerbada. Conclusão: Esta área sofre de uma carência extrema de estudos, por múltiplas fontes, quer a nível da pandemia COVID-19 ser recente e poucos estudos foram desenvolvidos nesse sentido; assim como a escassez de estudos sobre guardas prisionais. Apesar de pioneiro e de apresentar algumas limitações, este estudo apresenta uma visão inovadora e que permite retirar conclusões suficientes | ||
| 606 |
_aCRIMINOLOGIA _9704 |
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| 606 |
_aCOVID-19 _946137 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aESTABELECIMENTO PRISIONAL _9551 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 675 |
_9401932 _a342.7 |
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| 700 |
_aMOREIRA _bAna Margarida Sousa _4070 _9423541 |
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| 702 |
_9195271 _aMONTEIRO _bFernando Conde _4727 |
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| 702 |
_9407508 _aGONÇALVES _bRui Abrunhosa _4727 _f1958- |
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| 852 | _jEST1349 | ||