| 000 | 03492 2200349 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 409150 | ||
| 090 | _a409150 | ||
| 100 | _a20250211d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aReinserção social de reclusas de etnia cigana _etrajetórias de vida, experiências prisionais e expectativas futuras de pós-reclusão _fFabiana dos Santos Lopes _gori. tese Silvia Andreia Mota Gomes |
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| 210 |
_aBraga _cInstituto de Ciências Sociais _d2023 |
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| 215 |
_a71 p. _d30 cm _cPDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação de Mestrado em Crime, Diferença e Desigualdade | ||
| 330 | _aA literatura científica aponta para a existência de um processo de estigmatização, marginalização e criminalização das comunidades ciganas em território nacional. No entanto, são ainda parcos os estudos que interliguem a problemática da criminalidade quando associada aos grupos étnicos. Esta dissertação pretende contribuir para esta área de estudos, explorando em particular o processo de reinserção social de reclusas de etnia cigana através da análise das suas trajetórias de vida, experiências prisionais e expectativas que possuem após o período prisional. Com recurso a uma metodologia qualitativa, com a análise de nove entrevistas1 semiestruturadas realizadas a reclusas de etnia cigana, pretendeu-se verificar a intersecção das diversas vulnerabilidades sociais – étnicas, de género e de reclusão – no processo em análise. Concluiu-se que as condições objetivas de vida das mulheres ciganas são marcadas por múltiplos processos de exclusão e desigualdade social, como também episódios de desconfiança e de racismo «subtil» e/ou «flagrante» que condicionam e restringem fortemente as suas trajetórias de vida e criam padrões de vulnerabilidade social. As dificuldades económicas orientam, em grande medida, a explicação para a prática criminal, agregando-se ainda obstáculos discriminatórios sentidos devido à sua pertença étnica. No período de reclusão, as áreas apontadas como potenciadoras no processo de (re)adaptação à sociedade são a ocupação laboral, a frequência escolar e as atividades socioculturais e desportivas. Embora as relações de sociabilidade intramuros sejam entendidas como positivas, o acompanhamento dos técnicos de reinserção é apenas esporádico, o que faz com que considerem não existir uma preparação para a sua reinserção social. As expectativas futuras estão inseridas numa lógica de melhoria das condições de vida comparativamente às que tinham até ao momento antecedente à reclusão, dividindo-se entre o trabalho e a família. Estão conscientes das duplas e/ou triplas experiências de discriminação a que são alvo, sendo que, após a reclusão, ainda lhes é acrescido o rótulo de criminosas, acabando por dificultar o recomeço das suas vidas. | ||
| 606 |
_aSOCIOLOGIA _9558 |
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| 606 |
_aEXPERIÊNCIAS PRISIONAIS _9423537 |
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| 606 |
_aGRUPOS ÉTNICOS _9112668 |
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| 606 |
_aETNIA CIGANA _9324781 |
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| 606 |
_aRECLUSÃO FEMININA _9423467 |
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| 606 |
_aREINSERÇÃO SOCIAL _9693 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 675 |
_9421247 _a316 |
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| 700 |
_aLOPES _bFabiana dos Santos _4070 _9423538 |
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| 702 |
_9356656 _aGOMES _bSílvia _f1958- _4727 |
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| 852 | _jEST1346 | ||