000 03518 2200337 4500
001 409148
090 _a409148
100 _a20250211d kmmy0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aAlimentação nas prisões
_econflitualidades, desigualdades e proximidades entre reclusos.
_fTânia Carolina Oliveira Freitas
_gori. tese Maria Paula de Vilhena Mascarenhas
210 _aBraga
_cInstituto de Ciências Sociais
_d2014
215 _a217 p.
_d30 cm
_cPDF
225 _aEstudos
328 _aDissertação de Mestrado em Crime, Diferença e Desigualdade
330 _aA essência temática deste estudo comparativo entre duas Instituições de caráter carcerário, situa-se nas práticas e dinâmicas que orbitam em torno do quotidiano alimentar de uma instituição que gere não só a alimentação, mas também, os horários, os destinos, os tempos e as vidas daqueles que involuntariamente a preenchem. A investigação que se apresenta, está alicerçada pelo método indutivo, privilegiando o estudo de casos em duas instituições prisionais, com o recurso a técnicas de investigação, tais como a pesquisa e a análise bibliográfica, pesquisa e análise documental dos processos dos reclusos que entram como atores na investigação e, por fim, as entrevistas semiestruturadas aplicadas a doze reclusos de cada estabelecimento prisional em análise, bem como a agentes que se voluntariaram para fazer parte da amostra e que consagram o Staff das duas instituições prisionais em análise, como guardas prisionais e responsável pela alimentação prisional. Os objetivos principais são por um lado apreender as atitudes dos reclusos perante a comida nas duas prisões e por outro analisar as dinâmicas das práticas alimentares nestas “instituições totais”, incluindo os possíveis conflitos, as desigualdades e as diferenças que se geram nos momentos alimentares coletivos e individuais, variando consoante as classes sociais, as relações familiares/amigáveis e as possíveis relações de proximidade entre os reclusos. Todas estas questões de base da vivência prisional em reflexão, levam também à busca pela verdade praticada sobre o direito à alimentação adequada em meio prisional. Surgindo de meses de exploração do ambiente prisional de duas prisões portuguesas antagónicas, percebemos que conceito de “alimentar reclusos” não difere só de país para país, mas de prisão para prisão no mesmo país, assim das realidades empíricas percecionada em torno da alimentação, em torno dos conflitos, das proximidades e das desigualdades existentes em ambiente prisional, no que concerne à esfera alimentar, nutrir passa a não ser um direito, uma essencialidade, dentro e fora de muros, direito apenas de alguns, daqueles que têm os “padrinhos prisionais.”, daqueles que possamos chamar de verdadeiros “bandidos ” ou merecedores de prisão
606 _aSOCIOLOGIA
_9558
606 _aPRISÕES
_9252855
606 _aALIMENTAÇÃO
_97414
_2Fatima Martinho
606 _aCONFLITO
_97379
606 _aDESIGUALDADE
_917919
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9421247
_a316
700 _aFREITAS
_bTânia Carolina Oliveira
_4070
_9423534
702 _9423535
_aMASCARENHAS
_bMaria Paula de Vilhena
_f1958-
_4727
852 _jEST1344