| 000 | 03759 2200325 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 409147 | ||
| 090 | _a409147 | ||
| 100 | _a20250211d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_a"Quando sair, só quero trabalhar como aqui". Perspetivas em torno da Reinserção Social das mulheres ciganas no pós-reclusão _fAndreia Ferreira Brito _gori. tese Manuel Carlos Silva, Sílvia Gomes |
||
| 210 |
_aBraga _cInstituto de Ciências Sociais _d2014 |
||
| 215 |
_a141 p. _d30 cm _cPDF |
||
| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação de Mestrado em Crime, Diferença e Desigualdade | ||
| 330 | _aEsta dissertação debruça-se sobre as perceções dos possíveis impactos que a detenção prisional tem na reinserção social futura de mulheres da etnia cigana, pensando na reinserção social como reconfiguração de relações sociais, pessoais, laborais destas mulheres. Tendo em conta os escassos estudos em Portugal que interligam raça/etnia, crime e género e uma vez que os estabelecimentos prisionais e os serviços públicos não estão a ser totalmente eficientes relativamente à reinserção social da população reclusa, pretendemos, com base em 172 processos individuais, 25 entrevistas a reclusas de etnia cigana e 15 a guardas prisionais, focar-nos em dois pontos centrais: por um lado, a perceção dos guardas prisionais sobre a reinserção desse mesmo grupo, bem como as expetativas das próprias reclusas ciganas relativamente à sua reinserção após a reclusão e, por outro lado, quais as respostas sociais existentes para suprir as necessidades desta população, quer dentro do estabelecimento prisional, quer após a sua saída. Para tal, recorremos ao cruzamento de abordagens metodológicas de ordem quantitativa (através dos processos individuais das reclusas) e qualitativa (entrevistas). Concluímos que o grupo étnico cigano é uma das categorias sociais mais expostas a situações de segregação e discriminação social e pobreza, e que tais marcadores, conjugados com a criminalidade e reclusão, continuam a determinar e restringir fortemente as condições objetivas de vida das mulheres ciganas, para além do mundo prisional. As expetativas de reinserção social das ciganas dividem-se entre o trabalho e a família. O trabalho (que não as feiras), enquanto principal elemento de mudança e o processo pela qual consideram ser o ponto de partida para uma maior igualdade perante os restantes membros da sociedade e melhoria das suas condições económicas; a família por continuar a ser a sua grande preocupação e fator de ambivalência nas suas decisões, reforçando assim o papel da mulher nas comunidades ciganas. Na perspetiva dos guardas prisionais, a reinserção social positiva destas reclusas passaria por uma intervenção baseada na continuação do acompanhamento existente na prisão, quando libertadas. O fator territorial assume aqui também um papel relevante, no sentido de, quando retomadas à liberdade, as reclusas tenderem a dar uma continuidade dos seus percursos de vida, resistindo assim à mudança, conjugando-se assim vários fatores para a reprodução das situações de desigualdade e pobreza. | ||
| 606 |
_aSOCIOLOGIA _9558 |
||
| 606 |
_aETNIA CIGANA _9324781 |
||
| 606 |
_aRECLUSÃO FEMININA _9423467 _2Fatima Martinho |
||
| 606 |
_aREINSERÇÃO SOCIAL _9693 |
||
| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
||
| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
||
| 675 |
_9421247 _a316 |
||
| 700 |
_aBRITO _bAndreia Ferreira _4070 _9423533 |
||
| 702 |
_9326154 _aMACHADO _bHelena _f1958- _4727 |
||
| 852 | _jEST1343 | ||