| 000 | 03683 2200337 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 409145 | ||
| 090 | _a409145 | ||
| 100 | _a20250211d u||y0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aA experiência laboral dos profissionais do corpo da guarda prisional _euma reflexão teórica _fAdão Rafael Almeida Pereira _gori. tese Sílvia Gomes |
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| 210 |
_aGuarda _cInstituto de Ciências Sociais _d2020 |
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| 215 |
_a62 p. _d30 cm _cPDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação de Mestrado Crime, Diferença e Desigualdade | ||
| 330 | _aO presente trabalho teórico teve como objetivo principal contribuir para a reflexão e compreensão da profissão de guarda prisional. Para tal, foram analisados vários estudos, nacionais e internacionais, sendo a ênfase colocada no ponto de vista do guarda prisional. Entre os temas identificados e salientados nesta revisão de literatura, contam-se aspetos como a avaliação de riscos profissionais a que os guardas prisionais podem estar sujeitos, a exposição a fenómenos que causam stress e o desgaste físico e psicológico destes profissionais. Esta pesquisa foi depois objeto de sistematização e análise, tendo a informação sido organizada em torno de alguns núcleos mais significativos. Assim, na primeira parte é feito um enquadramento da profissão de guarda prisional, tendo em conta o contexto português, e dando particularmente conta das funções e competências deste grupo profissional, bem como das principais transformações verificadas na formação exigida a quem exerce esta atividade profissional. A segunda parte debruça-se sobre os estigmas sociais associados a esta profissão, ou seja, sobre preconceitos e perceções que incidem sobre guardas prisionais, enfatizando como estes têm sido determinantes na transformação da profissão. A terceira parte observa as relações de proximidade entre guardas prisionais e reclusos, uma relação de importância crucial para o grupo profissional em análise, uma vez que em grande medida, a profissão de guarda prisional depende duma relação direta com a população reclusa. Com estas noções em mente, a quarta parte aborda o impacto da vida profissional na vida pessoal dos guardas prisionais, enfatizando, num primeiro momento, o impacto da profissão na vida afetiva (relações familiares e outras) e, posteriormente, o impacto na saúde. Depois de espelhados os efeitos negativos na saúde física e psicológica deste tipo de trabalho, procurou-se apontar algumas estratégias para lidar com esse impacto nefasto, apresentado alguns programas já desenvolvidos em contexto internacional, para gerir as consequências do trabalho do guarda prisional. O trabalho confirmará que os guardas prisionais, enquanto profissionais de emergência e segurança, estão sujeitos a stress relacionado com trabalho, uma situação proporcionada por problemas organizacionais, de formação e de relação com a população reclusa, que serão abordados mais detalhadamente. A conclusão indicará ainda possíveis caminhos para futuros desenvolvimentos de investigação. | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aGUARDA PRISIONAL _97169 |
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| 606 |
_aESTIGMA _9103086 |
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| 606 |
_aSTRESS _9291235 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 675 |
_9158224 _a159.9 |
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| 700 |
_aPEREIRA _bAdão Rafael Almeida _4070 _9423531 |
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| 702 |
_9356656 _aGOMES _bSílvia _f1958- |
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| 702 |
_920668 _aNEVES _bDaniela |
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| 852 | _jEST1341 | ||