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001 409142
090 _a409142
100 _a20250206d kmmy0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aAdaptação à prisão e autocontrolo das mulheres recluídas
_fInês Ferreira e Silva
_gori. tese Rui Abrunhosa Gonçalves
210 _aBraga
_cEscola de Psicologia
_d2022
215 _a33 p.
_d30 cm
_cPDF
225 _aEstudos
328 _aDissertação de Mestrado Mestrado Integrado em Psicologia
330 _aO estudo da adaptação à prisão da população reclusa feminina, tem vindo a crescer nos últimos anos, tendo-se verificado igualmente um aumento desta população, aumento este que também se verifica em Portugal. A adaptação à prisão varia de indivíduo para indivíduo e apresenta uma índole alterável, sendo assim um processo complexo ao nível psicológico. O autocontrolo é a capacidade para não cedermos aos nossos impulsos e seguirmos as normas socias, sendo imprescindível para o comportamento e para o funcionamento social. Este estudo pretendeu avaliar a adaptação à prisão das mulheres recluídas no E.P. de St. ª Cruz do Bispo - Feminino, através do Prison Adjustment Index (PAI), assim como avaliar o autocontrolo das reclusas, através da Escala Breve de Autocontrolo (BSCS). Pretendeu, ainda, analisar a relação entre a adaptação e o autocontrolo, a relação entre a adaptação e caraterísticas sociodemográficas e jurídico-penais, e por fim analisar a relação entre o autocontrolo e o crime. O estudo foi realizado com 79 reclusas do E.P. de St. ª Cruz do Bispo – Feminino. Os resultados revelaram uma associação entre a adaptação à prisão e as infrações cometidas, tendo as reclusas mal-adaptadas apresentado uma maior média de infrações.
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aADAPTAÇÃO À PRISÃO
_96370
606 _aMULHER RECLUSA
_9104576
606 _aAUTOCONTROLO
_9106673
606 _aCRIME
_94988
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9158224
_a159.9
700 _aSILVA
_bInês Ferreira e
_4070
_9423527
702 _aGONÇALVES
_bRui Abrunhosa
_f1958-
_9407508
852 _jEST1338