000 03302 2200337 4500
001 409090
090 _a409090
100 _a20241218d kmmy0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aAgressores sexuais em meio prisional
_eestudo de casos
_fDaniela Passos
_gori. tese Fátima Rodrigues
210 _aPorto
_cFaculdade de Direito
_d2024
215 _a72 f.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
328 _aDissertação apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto para obtenção do grau de Mestre em Criminologia
330 _aO presente projeto tem como finalidade analisar “como os agressores sexuais se adaptam ao meio prisional”. Os objetivos propostos são, compreender de que forma este grupo se adapta ao meio prisional, tendo em conta o seu percurso dentro da prisão. A investigação baseia-se na análise de processos individuais dos agressores sexuais, num estabelecimento prisional do Norte, com vista a compreender o percurso adaptativo experimentado por estes reclusos, e ainda perceber as diferenças de adaptação mediante o tipo de agressor. Os estabelecimentos prisionais são caraterizados como instituições que impõem aos reclusos um modo de vida particular. O quotidiano do recluso é pautado por condições, regras e normas impostas por outrem, durante o período em que o indivíduo se encontra a cumprir a sua pena. Desta forma, entrar numa prisão implica aprender um novo código comportamental e de interação social face à nova realidade, pré-definida por terceiros (Gonçalves, 2008). Assim, o conceito de adaptação encaminha-nos para um processo de modificação e de alteração comportamental com o intuito de lidar com novas situações ou ambientes. Neste sentido, esta pesquisa realiza uma análise de documentos, essencialmente de processos disciplinares e de processos individuais dos reclusos, procurando compreender de que forma os agressores sexuais se adaptam ao meio prisional. A análise dos processos disciplinares de agressores sexuais revelou uma complexidade na adaptação no meio prisional. Embora a ausência de infrações possa sugerir uma adaptação bem-sucedida, a prevalência de infrações entre abusadores de crianças e violadores indica dificuldades significativas. A adaptação deve ser avaliada considerando não apenas infrações, mas também participação em atividades de reinserção, relações interpessoais e aspetos psicológicos. Questões como medidas disciplinares eficazes, estratégias de reabilitação e acompanhamento clínico são cruciais para melhorar a adaptação prisional. Portanto, é essencial uma abordagem multifacetada para entender e apoiar a adaptação dos reclusos ao ambiente prisional.
606 _aCRIMINOLOGIA
_9704
606 _aADAPTAÇÃO
_99243
606 _aAGRESSOR SEXUAL
_9316461
606 _aCRIMES SEXUAIS
_913481
606 _aRECLUSÃO
_9104369
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9158254
_a343.9
700 _aPASSOS
_bDaniela Passos
_4070
_9423478
702 _9417889
_aRODRIGUES
_bFátima
_4727
852 _jEST1333