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090 _a409088
100 _a20241218d kmmy0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aA influência da experiência de reclusão na formação das perspetivas de (re)integração social de mulheres em cumprimento de pena
_fJosiana Rita Simões Silva
_gori. tese Inês Maria Guimarães Nascimento
210 _aPorto
_cFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação
_d2013
215 _a93 f.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
328 _aDissertação apresentada no Mestrado Integrado de Psicologia
330 _aO presente estudo tem como objetivo explorar, partindo do ponto de vista de mulheres em situação de reclusão, em que medida e em que sentido o que acontece no seu quotidiano, durante o tempo em que estão privadas de liberdade, se mostra importante no modo como projetam a sua vida no regresso à liberdade. Participaram neste estudo 10 mulheres em cumprimento de pena no Estabelecimento Prisional Especial de Santa Cruz do Bispo com o estatuto jurídico de condenadas. Através das entrevistas semiestruturadas realizadas com as reclusas, procurou-se obter dados pertinentes relativamente aos períodos de vida (1) anterior (antecedentes vivenciais), (2) durante (experiências na cadeia) e (3) posterior à reclusão (perspetivas de futuro no regresso à liberdade). As informações recolhidas, depois de transcritas, foram objeto de análise e discussão pelas reclusas. Os resultados do estudo permitem concluir que as mulheres reclusas perspetivam o seu futuro regresso à liberdade de uma forma, predominantemente, positiva, antecipando com otimismo os acontecimentos de vida pós reclusão, com destaque para a colocação na estrutura social de emprego e/ou de formação, objetivo para o qual contam com o apoio de familiares. Aparentemente, as experiências vividas pelas mulheres, durante o período de reclusão, nomeadamente, as ocupações laborais, escolares e formativas em que tiveram a oportunidade de se envolver, bem como as visitas e as medidas de flexibilização de que foram objeto, influenciam de um modo significativo e favorável as suas expetativas e projetos de vida futuros quando terminar o cumprimento da pena. Tendo em conta estes resultados, parece justificar-se a criação de condições, em meio prisional, para a experimentação e integração do significado e das implicações futuras de atividade de exploração (direta e indireta) do self e da realidade que aí tenham lugar e que possam permitir às reclusas capitalizar o tempo da reclusão, sob a forma de ganhos psicológicos suscetíveis de serem investidos (e recompensados), num processo de reintegração social bem sucedido.
606 _aPSICOLOGIA
_9705
606 _aMULHERES
_9103594
606 _aRECLUSÃO
_9104369
606 _aREINTEGRAÇÃO SOCIAL
_97262
606 _aPRISÃO
_95106
606 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL
_9551
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9158224
_a159.9
700 _aSILVA
_bJosiana Rita Simões Silva
_4070
_9423474
702 _9423475
_aNASCIMENTO
_bInês Maria Guimarães
_4727
852 _jEST1331