| 000 | 03461 2200325 4500 | ||
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| 001 | 409082 | ||
| 090 | _a409082 | ||
| 100 | _a20241218d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aA influência das visitas íntimas na vivência da reclusão feminina _fRita Isabel de Sousa Pinto _gori. tese Alexandra Oliveira |
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| 210 |
_aPorto _cFaculdade de Psicologia e de Ciências da Educação _d2015 |
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| 215 |
_a73 f. _d30 cm em PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação apresentada no Mestrado Integrado de Psicologia | ||
| 330 | _aA constatação de um índice de reclusão feminina em Portugal cada vez mais expressivo (Matos & Machado, 2007) e a escassa investigação em torno deste fenómeno, tornam importante a compreensão do modo como as experiências intramuros influenciam a vivência da reclusão feminina. Tendo isto em conta, este estudo tem como objetivos conhecer as atitudes, perceções e significados que as reclusas inscritas e não inscritas no regime de visitas íntimas têm sobre este regime e compreender em que medida percecionam a influência deste na vivência da reclusão feminina. Consequentemente, adotando uma metodologia qualitativa, realizamos entrevistas semiestruturadas, a quarenta reclusas (vinte reclusas inscritas no regime de visitas íntimas e vinte reclusas não inscritas no regime de visitas íntimas), detidas no Estabelecimento Prisional de Santa Cruz do Bispo Feminino, que foram sujeitas a análise de conteúdo. Concluímos que todas as reclusas entrevistadas possuem tanto atitudes positivas como negativas em relação à visita íntima. Não obstante, de uma forma geral, independentemente de usufruírem ou não do regime de visitas íntimas, a maioria das mulheres entrevistadas encara as visitas íntimas na prisão como um programa significativo e positivo, com uma influência favorável na vivência da reclusão feminina ao nível da melhoria comportamental e do bem-estar psicológico. A única diferença encontrada entre os dados de ambos os grupos diz respeito à possibilidade de ocorrência de violência durante as visitas íntimas, sendo que a maioria das reclusas inscritas no regime de visitas íntimas afirmou ter conhecimento de algumas situações de violência durante as visitas íntimas, ao contrário da perceção da maioria das reclusas não inscritas neste mesmo regime. Esperamos que os resultados deste estudo, ao fornecer uma maior compreensão sobre este tipo de visitas, possa contribuir para aperfeiçoar este tipo de regime, de forma a melhor servir os objetivos do mesmo. Além disto, a nossa investigação ao demonstrar, do ponto de vista da maioria das entrevistadas, uma contribuição das visitas íntimas ao nível do equilíbrio psicoafectivo e comportamental das reclusas, sugere que melhorar este regime pode aumentar a qualidade de vida de toda a comunidade prisional | ||
| 606 |
_aPSICOLOGIA _9705 |
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| 606 |
_aVISITAS ÍNTIMAS _916433 |
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| 606 |
_aRECLUSÃO FEMININA _9423467 _2Fatima Martinho |
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| 606 |
_aPRIVACIDADE _9227281 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 675 |
_9158224 _a159.9 |
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| 700 |
_aPINTO _bRita Isabel de Sousa _4070 _9423466 |
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| 702 |
_9326627 _aOLIVEIRA _bAlexandra _4727 |
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| 852 | _jEST1325 | ||