| 000 | 04129 2200361 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 409080 | ||
| 090 | _a409080 | ||
| 100 | _a d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aMaternidade na prisão _euma análise qualitativa das perceções dos técnicos de reeducação _fAna Júlia Araújo Nogueira _gori. tese Gilda Dias dos Santos |
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| 210 |
_aPorto _cUniversidade do Porto _d2024 |
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| 215 |
_a91 f. _d30 cm em PDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação apresentada à Faculdade de Direito da Universidade do Porto para obtenção do grau de Mestre em Criminologia | ||
| 330 | _aOs estudos sobre a maternidade na prisão tem sido alvo de crescente atenção por parte dos acadêmicos, contudo, são ainda escassos os estudos empíricos que exploram as percepções dos profissionais que trabalham diretamente com essa população, especificamente, os técnicos de reeducação. Assim, se mostra necessário compreender as perceções dos técnicos de reeducação que desempenham funções em estabelecimentos prisionais femininos, onde se encontram reclusas e os seus filhos, quanto à influência da maternidade neste contexto. Neste sentido, a presente investigação teve como objetivo explorar as perspetivas e as experiências dos técnicos de reeducação que desempenham funções em estabelecimentos prisionais femininos, onde se encontram reclusas e os seus filhos, analisando as suas perceções quanto à influência da maternidade neste contexto para o cumprimento da pena, especificamente no que respeita ao processo de adaptação ao ambiente prisional, explorando, também, as perceções relativas ao impacto desta experiência para as crianças. Para alcançar este objetivo, foi desenvolvido um estudo qualitativo que envolveu a realização de entrevistas semiestruturadas com 9 técnicas de reeducação. Os principais resultados demonstram que, no que respeita ao processo de adaptação das reclusas ao estabelecimento prisional, as profissionais percecionam os filhos das reclusas como promotores de um comportamento mais ajustado e um melhor cumprimento das normas institucionais. Acresce que as participantes reconhem que a maternidade incentiva as reclusas a buscar estabilidade e um futuro melhor, enquanto outras não consideraram a maternidade como principal fator de mudança, a literatura corrobora com essa dualidade, indicando que a maternidade pode ser um fator motivacional, mas de forma isolada não é suficiente para catalisar essa mudança. Em relação aos programas e tarefas laborais, as participantes enfatizaram a importância de iniciativas voltadas para a promoção da parentalidade. Quanto à rotina das crianças dentro do estabelecimento prisional, constatou-se que as profissionais a percebem como sendo estruturada para garantir uma vida o mais normal possível, minimizando os impactos psicológicos negativos da permanência no estabelecimento prisional. Por fim, as narrativas das participantes permitem perceber que o trabalho desempenhado por elas é muito complexo e desafiador, especialmente ao ter que lidar com as questões emocionais dessas reclusas e também administrar as tarefas que muitas vezes estão além das suas funções. Estes resultados são interpretados e discutidos à luz da literatura científica. Adicionalmente, são apontadas as principais limitações do estudo, procurando-se avançar com pistas para investigações futuras | ||
| 606 |
_aCRIMINOLOGIA _9704 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aMATERNIDADE _91576 |
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| 606 |
_aESTABELECIMENTO PRISIONAL _9551 |
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| 606 |
_aTÉCNICOS DE REEDUCAÇÃO _9117908 |
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| 606 |
_aMÉTODOS _9102917 |
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| 606 |
_aESTRATÉGIAS PENAIS _9422103 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 606 |
_aPORTUGAL _9279 |
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| 675 |
_9158254 _a343.9 |
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| 700 |
_aNOGUEIRA _bAna Júlia Araújo _4070 _9423461 |
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| 702 |
_9423456 _aSANTOS _bGilda Dias dos _4727 |
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| 852 | _jEST1323 | ||