000 03593 2200349 4500
001 409057
090 _a409057
100 _a d kmmy0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aPercepções sobre a delinquência
_eanálise à delinquência primária e reincidente – qual a relação entre família e delinquente
_fCatarina de Fátima Martins Rodrigues Neves
_gori. tese Angélica Constança Rodrigues
210 _aLisboa
_cInstituto Superior de Ciências Policiais e Segurança Interna
_d2012
215 _a99 f.
_d30 cm em PDF
225 _aEstudos
328 _a Mestrado Integrado em Ciências Policiais XXIV Curso de Formação de Oficiais de Polícia
330 _aCentrados no conceito de delinquência era nosso intuito principal neste estudo fazer uma distinção entre a noção de recluso primário e recluso reincidente, evidenciando para isso a importância que o suporte familiar pode ter como fonte de prevenção ou de estímulo da delinquência. Concluímos pela análise teórica que os comportamentos desviantes delinquentes podem ser determinados por vários factores, de entre os quais se destacam, as condições precárias, financeiras, económicas, as vivências familiares, sociais, entre outras. O caminho que delineamos no nosso estudo partiu do princípio orientador de que a delinquência é um flagelo para as famílias e para a sociedade, o delinquente efectua o crime sem olhar a meios para atingir os fins. É neste sentido, que vem a formulação do nosso problema. Que relação existe/poderá existir entre o delinquente e a estrutura familiar. Este é um problema que podemos indagar num duplo sentido: Será que o delinquente tem noção das graves consequências dos seus actos? Poderá ser de alguma forma a estrutura familiar, um factor preponderante na prevenção do acto delinquente? A metodologia empregue nesta investigação assentou nos seguintes considerandos: utilização do método hipotético-dedutivo com recurso a técnicas de análise de base quantititativa e qualitativa na análise dos dados. A nossa amostra centrou-se na análise de sessenta indivíduos reclusos “residentes” num Estabelecimento Prisional Português. Com base na amostragem por conveniência seleccionamos trinta indivíduos reclusos primários e trinta reincidentes. Recorremos à técnica de entrevista individual directiva. Os reclusos aderiram com muita naturalidade e cordialidade quando confrontados com a nossa presença e com o motivo que nos fazia chegar até eles. Responderam às questões colocadas, com expressões de algum arrependimento, de passividade e resignação, ou até mesmo de revolta. Concluímos, após a correlação da variável central em estudo, neste estudo que particularmente a família, e de forma menos particular, as demais instâncias da sociedade (governamentais, por exemplo) têm uma grande importância na prevenção precoce da delinquência.
606 _aEXECUÇÃO DA PENA
_9410863
606 _aDELINQUENTE
_94987
606 _aFAMÍLIA
_9234573
606 _aRECLUSO
_9550
606 _aSISTEMA PRISIONAL
_9418070
606 _aTESE DE MESTRADO
_95079
606 _aPORTUGAL
_9279
675 _9420646
_a343.8
700 _aNEVES
_bCatarina de Fátima Martins Rodrigues
_4070
_9423430
702 _9423431
_aRODRIGUES
_bAngélica Constança
_4727
702 _919810
_aFRÓIS
_bCatarina
_4727
852 _jEST1314