| 000 | 03741 2200325 4500 | ||
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| 001 | 409021 | ||
| 090 | _a409021 | ||
| 100 | _a d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aFatores Individuais e de Socialização da Delinquência Juvenil _e uma perspetiva desenvolvimental _fAna Margarida Amorim dos Santos _gori.tese Cândido da Agra, Carla Sofia Cardoso |
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| 210 |
_aPorto _cFaculdade de Direito _d2019 |
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| 215 |
_a384 p. _d30 cm |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aTese apresentada na Faculdade de Direito da Universidade do Porto, para a obtenção do grau de Doutor em Criminologia | ||
| 330 | _aA presente investigação teve como objetivo fundamental identificar os preditores individuais e de socialização da delinquência juvenil, através de uma abordagem longitudinal breve com duas waves de recolha de dados. Mais concretamente, procurouse perceber de que forma as emoções morais de culpa e vergonha, o temperamento e os comportamentos de externalização, por um lado, e as práticas parentais, os pares, o contexto escolar e residencial, por outro, contribuem para explicar o envolvimento na prática de atos transgressivos durante a adolescência. Este objetivo foi prosseguido com a aplicação de questionários aos pais (n=175 em T1 e 86 em T2), a aplicação de um inquérito de delinquência autorrevelada e a realização de duas tarefas comportamentais às crianças e jovens (n=241 em T1 e 185 em T2) com idades compreendidas entre os 10 e 20 anos. Os resultados obtidos sugerem que a propensão para sentir culpa, mas já não a propensão para sentir vergonha, está negativamente correlacionada com a delinquência em ambas as waves. A análise transversal demonstrou também que, na primeira wave, a delinquência de pares, a realização de atividades antissociais em grupo e a procura de sensações emergiram como preditores positivos da delinquência autorrevelada. Na segunda wave, esta variável foi explicada pela delinquência de pares, pelos comportamentos de externalização e pelo baixo autocontrolo. Por sua vez, a análise longitudinal revelou que os comportamentos de externalização, a realização de atividades antissociais em grupo e a perceção sobre as desordens e incivilidades na zona de residência, avaliadas na primeira wave, predizem positivamente a delinquência avaliada na segunda wave. Verificou-se também que os jovens do sexo masculino cometem mais atos delinquentes, reportam mais delinquência de pares e atividades antissociais em grupo e apresentam menos comportamentos prosociais e menos propensão para sentir culpa e vergonha, do que as jovens do sexo feminino. Por último, descobriu-se que a culpa medeia a relação entre a disciplina parental inconsistente e a delinquência e que níveis mais baixos de culpa moderam a relação entre controlo por esforço e a delinquência. Acresce que, a associação entre delinquência de pares e delinquência autorrevelada também surgiu moderada pela disciplina parental inconsistente elevada. Estes e outros resultados são discutidos à luz das teorias e estudos empíricos da Criminologia Desenvolvimental | ||
| 606 |
_aCRIMINOLOGIA _9704 |
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| 606 |
_aDELINQUÊNCIA JUVENIL _9689 |
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| 606 |
_aPARENTALIDADE _97792 |
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| 606 |
_aTEMPERAMENTO _910223 |
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| 606 |
_aEMOÇÕES _9102362 |
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| 606 |
_aTESE DE DOUTORAMENTO _95155 |
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| 675 |
_9158254 _a343.9 |
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| 700 |
_aSANTOS _bAna Margarida Amorim dos _9423383 |
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| 702 |
_4727 _9419008 _aCARDOSO _bCarla Sofia |
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| 702 |
_4727 _aAGRA _bCândido da _f1948- _9407734 |
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| 852 | _jEST1303 | ||