| 000 | 03726 2200337 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 408995 | ||
| 090 | _a408995 | ||
| 100 | _a d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aA criminalização das práticas homossexuais ao tempo do Estado Novo _epoderes, saberes e experiência _fAntónio João de Sousa Rocha e Silva _gori.tese José Manuel Viegas Neves, Tiago Pires Marques |
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| 210 |
_aLisboa _cFaculdade de Ciências Sociais e Humanas _d2023 |
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| 215 |
_a313 p. _d30 cm |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aTese apresentada para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Doutor em História | ||
| 330 | _aA escassez de trabalhos que reflitam sobre a especificidade das vivências homoafetivas entre indivíduos anónimos em Portugal ao longo de um período em que tal era considerado crime, tornou este estudo necessário. Muito embora a medicalização da homossexualidade e a criminalização das práticas sexuais homossexuais tenham antecedido, no tempo, o período em que vigorou a ditadura do Estado-Novo, o presente trabalho visa, em particular, esse período historiográfico. No entanto, e para uma mais bem conseguida contextualização, são referidos os momentos-chave em torno da criação da figura da/do homossexual, anteriores ao período do Estado-Novo e, igualmente, esmiuçadas as implicações que outros modelos relacionais entre pessoas do mesmo sexo anteriores tiveram sobre ela. Para a compreensão das idiossincrasias destas corporalidades a análise debruçou-se em particularidades como o dia a dia desses corpos, as suas linguagens ocultas e maneiras de comunicarem entre si; é também analisada a sua auto-perceção, as suas fugas e os seus encontros com a sua própria identidade que se vinha desenhando através da congregação do par poder-saber. Assim, e para que essas realidades possam ser entendidas, processos relativos a indivíduos homossexuais existentes em três arquivos concretos (Arquivo da Polícia Judiciária de Lisboa, Arquivo Histórico da Direção Geral dos Serviços Prisionais de Lisboa e Arquivo Histórico Militar) são alvo de análise. Os arquivos serão lidos a contrapelo, pondo os fantasmas e os seus muitos silêncios em diálogo permanente com o momento presente; esses processos ajudarão a melhor entender a forma como a criminalização desses sujeitos se deu em Portugal durante o período em questão. Foram, também, realizadas, algumas entrevistas com alguns dos intervenientes para um testemunho em primeira mão. Para complementar, algumas das obras de trabalhos já realizados sobre esta temática ao longo dos últimos anos foram alvo de profunda análise; um vasto leque de obras de natureza médica e jurídica, realizados durante a época em estudo, foram, igualmente, analisados. Hoje, importa pensar no peso que permanece nos muitos e diferentes corpos da figura da homossexualidade, fruto de uma época em que eram oficialmente perseguidos. Importa pensar, também, em novas formas de resistir, e em novas formas de existir. A multidão queer assume, a este respeito, um papel de grande relevo. | ||
| 606 |
_aSOCIOLOGIA _9558 |
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| 606 |
_aHOMOSSEXUALIDADE _9242879 |
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| 606 |
_aCRIMINALIZAÇÃO _96739 |
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| 606 |
_aESTADO NOVO _9232962 |
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| 606 |
_aPRISÃO _95106 |
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| 606 |
_aPENA _96587 |
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| 606 |
_aTESE DE MESTRADO _95079 |
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| 675 |
_9421247 _a316 |
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| 700 |
_aSILVA _bAntónio João de Sousa Rocha e _9423336 |
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| 702 |
_4727 _9423337 _aNEVES _bJosé Manuel Viegas |
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| 702 |
_4727 _9343237 _aMARQUES _bTiago Pires |
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| 852 | _jEST1289 | ||