| 000 | 03215 2200325 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 408976 | ||
| 090 | _a408976 | ||
| 100 | _a d kkky0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aComparação entre o impacto na saúde mental de (1) medidas de saúde pública de confinamento e (2) encarceramento em serviços prisionais _fRonaldo Costa Monteiro da Silva _gorient. Luís António Proença Duarte Madeira, Maria João Heitor Marques dos Santos Leal da Costa |
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| 210 |
_aLisboa _cFaculdade de Medicina de Lisboa _d2021 |
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| 215 |
_a54 p. _d30 cm |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aTese de Mestrado em Medicina Legal e Ciências Forenses | ||
| 330 | _aDurante a pandemia de COVID-19, têm sido utilizadas medidas de Saúde Pública, como a quarentena, o isolamento, o distanciamento social e a contenção comunitária. Estas medidas podem causar efeitos deletérios na Saúde Mental da população em geral. Nos serviços prisionais, a restrição da liberdade e os consequentes efeitos na Saúde Mental estão presentes de forma permanente. A presente revisão pretende aferir o impacto na Saúde Mental destas duas medidas de restrição de liberdade e concluir com algumas recomendações sobre como minimizar o mesmo. MÉTODOS: Pesquisa, na base de dados PubMed®, de artigos que aferiram o impacto das medidas de confinamento ou do encarceramento na Saúde Mental, até abril de 2021. Foram encontrados 1340 artigos e selecionados 135 para inclusão nesta revisão. DISCUSSÃO: As medidas de confinamento provocaram uma disrupção da rotina diária e variados efeitos a nível emocional. Constatou-se um aumento da prevalência de ansiedade, depressão, perturbações associadas ao stress, insónia e sofrimento psicológico. A nível comportamental, registaram-se efeitos prejudiciais significativos em diversas áreas. Foram encontrados vários fatores de risco e identificadas populações de particular vulnerabilidade, assim como fatores protetores relativamente a este impacto psicológico. Sugerem-se algumas medidas que podem mitigar o efeito deletério das medidas de confinamento. Relativamente ao encarceramento em serviços prisionais, discutem-se os vários fatores que podem explicar a elevada prevalência de perturbações psiquiátricas, particularmente o efeito do ambiente prisional, tendo-se identificado fatores protetores que diminuem o seu efeito potencialmente patogénico. Verificou-se que este impacto se mantém após a libertação, com dificuldades na reintegração e alta mortalidade. Sugerem-se algumas medidas com o objetivo de reduzir o efeito nocivo do encarceramento | ||
| 606 |
_91408 _aMEDICINA |
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| 606 |
_9318225 _aCONFINAMENTO |
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| 606 |
_946137 _aCOVID-19 |
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| 606 |
_9550 _aRECLUSO |
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| 606 |
_92697 _aSAÚDE MENTAL |
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| 606 |
_95079 _aTESE DE MESTRADO |
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| 675 |
_911934 _a61 |
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| 700 |
_9423316 _aSILVA _bRonaldo Costa Monteiro da |
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| 702 |
_4727 _9423315 _aMADEIRA _bLuís António Proença Duarte |
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| 702 |
_4727 _9423317 _aCOSTA _bMaria João Heitor Marques dos Santos Leal da |
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| 801 |
_aPT _gRPC |
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| 852 | _jEST1277 | ||