| 000 | 03498 2200301 4500 | ||
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| 001 | 408921 | ||
| 090 | _a408921 | ||
| 100 | _a20241016d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aA violência na intimidade contra as mulheres trans em Portugal _fTeresa Andrein _gori.tese Liliana Graciete Fonseca Rodrigues |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2022 |
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| 215 |
_a80 p. _dPDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto (FPCEUP), para obtenção do grau de Mestre em Psicologia Clínica e da Saúde | ||
| 330 | _aA presente dissertação de mestrado procura compreender as vivências de abusos das mulheres trans sobreviventes de violência na intimidade. Para isso procurou-se perceber: que apoio as entrevistadas receberam durante o seu percurso como mulher trans, nas esferas familiar, profissional e social; qual é a perspetiva das sobreviventes sobre os atos violentos; e qual é a consideração que as mulheres trans têm dos apoios formais a sobreviventes em Portugal. Para concretizar estes objetivos, realizaram-se cinco entrevistas semiestruturadas a pessoas que se identificam como mulheres trans, residentes em Portugal e que tivessem sofrido violência na intimidade. Analisaram-se os dados recolhidos mediante as orientações de Braun e Clarke (2006, 2013), através de um paradigma construccionista, transfeminista e interseccional que consideram as experiências e as perspetivas das sobreviventes como centrais na narração dos abusos. Da análise dos dados recolhidos emergiram quatros temas: “histórias prévias e contextos da violência na intimidade”, “corpos proibidos”, “violência contra as mulheres trans e invalidação da identidade” e “perceção de qualidade dos apoios formais a sobreviventes em Portugal”. Estes quatro temas organizaram-se à volta da violência na intimidade contra mulheres trans em Portugal. Entre as principais conclusões desta investigação destacam-se: os ambientes familiares, laborais e de socialização assim como a objetificação e a sexualização das mulheres trans como geradores de carências de afeto e de aceitação no sujeito; o permanecimento em relações abusivas como consequência da vulnerabilização antecedente; e a falta de preparação e informação dos serviços de apoio formais como resultado das influências cisheteronormativas que silenciam a (r)esistência das sobreviventes na sociedade portuguesa. Com a presente dissertação procura-se valorizar as narrativas de sobrevivência das mulheres trans violentadas, realçando como os abusos têm as suas raízes em discursos cisheteronormativos que influenciam as práticas informais e formais, refletindo-se na falta de preparação da sociedade atual para acolher as sobreviventes. Tendo em consideração que os discursos sociais transfóbicos atacam o bem-estar das mulheres trans, pretende-se evidenciar a necessidade de uma mudança social para quebrar o ciclo de violência transespecífico | ||
| 606 |
_9705 _aPSICOLOGIA |
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| 606 |
_9917 _aMULHER |
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| 606 |
_9234911 _aVIOLÊNCIA |
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| 606 |
_97151 _aTRANSEXUALISMO |
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| 606 |
_9104851 _aIDENTIDADE DO GÉNERO |
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| 606 |
_95079 _aTESE DE MESTRADO |
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| 675 |
_9158224 _a159.9 |
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| 700 |
_9423220 _a ANDREIN _bTeresa |
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| 702 |
_aRODRIGUES _bLiliana _4727 _916634 |
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| 852 | _jEST1262 | ||