| 000 | 03831 2200301 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 408904 | ||
| 090 | _a408904 | ||
| 100 | _a20241014d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aTransexualidade nos cuidados de saúde primários _fJúlia Isabel Marques Martinho _gori.tese Luís Andrés Amorim Alves |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2019 |
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| 215 |
_a62 p. _dPDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aMestrado Integrado em Medicina Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto | ||
| 330 | _aAs pessoas transexuais encontram-se mais suscetíveis a discriminação em geral e no contexto dos cuidados de saúde em particular. As orientações clínicas sobre a prestação de cuidados a transexuais têm evoluído para incluir os cuidados de saúde primários, para responder às necessidades gerais de saúde antes, durante e após eventuais mudanças no papel de género. As especificidades destes cuidados e a necessidade de evitar fenómenos discriminatórios contextualizam a relevância do estudo das experiências de utentes transexuais e atitudes e conhecimento dos profissionais. Objetivo: Avaliar as experiências e satisfação de transexuais com os cuidados de saúde primários e as atitudes e conhecimentos desses profissionais de saúde face à transexualidade. Metodologia: A seleção de artigos decorreu entre novembro de 2018 e maio de 2019, através das bases de dados PubMed, Scopus e Web of Science. Foram incluídos artigos de investigação originais, publicados nos últimos 10 anos, em inglês ou português, com metodologia qualitativa, quantitativa ou mista, acerca da experiência de utentes transexuais com os cuidados de saúde primários ou das atitudes ou conhecimento desses profissionais relativamente à transexualidade. Foram excluídos artigos de revisão e artigos originais sem resultados ou conclusões sobre a população transexual em específico, separadamente. Resultados: Foram identificados 2462 artigos através da pesquisa das bases de dados. Quinze estudos cumpriram todos os critérios para inclusão nesta revisão. Utentes transexuais descreveram experiências negativas e de discriminação, desconforto em revelar a sua transexualidade e abordar assuntos relacionados com os profissionais, perceção de falta de conhecimentos dos profissionais e necessidade de os educarem, experiências positivas em unidades preparadas para os receber e aquilo que procuram dos cuidados de saúde primários. Os profissionais identificaram défices no seu conhecimento, falta de formação no seu percurso académico, necessidade de formação adicional, dificuldades no acesso a recursos e determinantes do sistema de saúde que interferiam com a prestação dos cuidados. Em unidades com experiência clínica com transexuais, verificaram-se atitudes positivas e o reconhecimento da importância dos cuidados de saúde primários a estes utentes. Conclusões: Foi possível identificar várias barreiras ao acesso aos cuidados de saúde primários, podendo ter utilidade para definir estratégias eficazes para as combater. Observou-se uma tendência para as atitudes e conhecimentos positivos dos profissionais se associarem a maior experiência clínica e acesso a formação relevante, ao nível universitário e pós-graduado. | ||
| 606 |
_aMEDICINA _91408 _y |
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| 606 |
_936855 _aCUIDADOS DE SAÚDE |
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| 606 |
_97151 _aTRANSEXUALISMO |
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| 606 |
_9423197 _aMINORIAS SEXUAIS |
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| 606 |
_9104851 _aIDENTIDADE DO GÉNERO |
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| 606 |
_95079 _aTESE DE MESTRADO |
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| 675 |
_911934 _a61 |
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| 700 |
_9423196 _aMARTINHO _bJúlia Isabel Marques |
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| 702 |
_9423195 _aALVES _b Luís Andrés Amorim _4727 |
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| 852 | _jEST1253 | ||