| 000 | 03095 2200313 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 408884 | ||
| 090 | _a408884 | ||
| 100 | _a20241002d kmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_aA reação ao controlo formal na delinquência juvenil _fAna Eduarda Pinto Simão de Carvalho _gori.tese Alexandra Leandro |
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| 210 |
_aPorto _c[s.n.] _d2018 |
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| 215 |
_a123 p. _dPDF |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação realizada para obtenção do grau de Mestre em Criminologia pela Faculdade de Direito da Universidade do Porto | ||
| 330 | _aA presente investigação surge no âmbito do aprofundamento do estudo da delinquência juvenil e tem como objetivo geral estudar a reação que os jovens têm ao contacto com o controlo formal. Particularmente, visamos conhecer como é que os jovens que vivenciam a aplicação de uma Medida Tutelar Educativa, compreendem o impacto dessa experiência nos seus comportamentos e atitudes subsequentes, e bem assim como se projetam no futuro. Procuramos também conhecer se os jovens delinquentes sentem que são tratados de forma justa no decorrer do Processo Tutelar Educativo, e se consideram a medida que lhes é aplicada como adequada e proporcional aos atos delinquentes por eles praticados. Considerando os objetivos propostos, elegemos como mais apropriada uma abordagem qualitativa e, como técnica de recolha de dados, a entrevista semiestruturada. A amostra foi constituída por 19 jovens do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 15 e os 18 anos, que se encontravam em cumprimento de uma medida tutelar educativa. Com este estudo, apurámos que no que respeita ao contacto que os jovens tiveram com tribunal e com o processo tutelar educativo e se o compreenderam, nenhum dos participantes do nosso estudo se mostrou capaz de responder de forma clara. Quanto ao sentimento de Justiça sentido no decorrer do processo, os dados dividiram-se. Relativamente à concordância com a medida que lhes foi aplicada, vimos que a maioria dos jovens se responsabiliza pelos atos que praticou e considera a medida adequada e proporcional aos atos delinquentes por eles praticados. Apurámos ainda que a maioria dos jovens considera que a experiência sancionatória terá impacto nos seus comportamentos e atitudes subsequentes e que não voltará a ter comportamentos delinquentes. E ainda que, no que concerne à projeção futura que fazem de si próprios, os participantes do nosso estudo vêem-se com uma alteração dos comportamentos tidos até então, afirmando pretender continuar a estudar e ingressar no mundo de trabalho. | ||
| 606 |
_aDIREITO DE MENORES _9483 |
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| 606 |
_9689 _aDELINQUÊNCIA JUVENIL |
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| 606 |
_9704 _aCRIMINOLOGIA |
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| 606 |
_9790 _aJUSTIÇA |
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| 606 |
_95595 _aSANÇÃO |
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| 606 |
_aCRIME _94988 |
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| 606 |
_95079 _aTESE DE MESTRADO |
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| 675 |
_9402782 _a343.121.5 |
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| 700 |
_9423167 _aCARVALHO _bAna Eduarda Pinto Simão de |
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| 702 |
_9351993 _aLEANDRO _bAlexandra _4727 |
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| 852 | _jEST1248 | ||