000 03176 2200301 4500
001 408549
090 _a408549
100 _a20240625d kmmy0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aNecessidades paliativas em doentes institucionalizados no hospital prisional São João de Deus
_fJoana Filipa Sequeira Loureiro
_gori.tese Manuel Luís Capelas
210 _aLisboa
_c[s.n]
_d2024
215 _a64 p.
_cPDF
225 _aEstudos
328 _aDissertação apresentada à Universidade Católica Portuguesa para obtenção do grau de mestre em Cuidados Paliativos
330 _aA identificação das necessidades paliativas em doentes com doenças crônicas e incuráveis permite que os cuidados de saúde sejam humanizados, individualizados e aumentem a qualidade de vida dos doentes. O presente trabalho incide sobre uma população vulnerável muitas vezes esquecida que também apresentam doenças crônicas e incuráveis e têm o direito aos mesmos cuidados de saúde que a população em geral. Metodologia: A metodologia do presente estudo é observacional, transversal e descritivo com uma abordagem quantitativa. Dos 84 indivíduos internados no HPSJD foram elegíveis para o estudo 53 indivíduos com diagnóstico de doenças crónicas e incuráveis. A colheita de dados foi realizada pelos profissionais de saúde e doentes no HPSJD, com a aplicação das escalas: escala de avaliação das necessidades paliativas NECPAL – CCOMS - ICO© VERSÃO 3.1 2017, a escala de funcionalidade e prognóstico (PPS-PT-Palliative Performance Scale), a escala integrada das necessidades paliativas (IPOSv1-S7-PT) e um formulário de caracterização da amostra. Resultados: Relativamente à caracterização da amostra existe uma diversidade de idades no HPSJD, mas a média de idades dos indivíduos é de 63,08 anos, dos quais 50 são homens e 3 são mulheres. Os diagnósticos com maior prevalência são a Demência (32,1%), Doenças pulmonares (20,8%) e Neoplasias (18,9%). Após aplicação da escala NECPAL 52,8% (n=53) são NECPAL positivo, ou seja, carecem de necessidades paliativas. Verificou-se a existência de valores de PPS baixos o que indica a existência de indivíduos com funcionalidade baixa. Quando aplicada a escala IPOS destacaram-se os sintomas: dor; fraqueza ou falta de energia; sonolência; pouca mobilidade; falta de ar; tosse; ansiedade e angústia. Conclusão: A importância da identificação das necessidades paliativas nesta população contribui para uma melhoria de cuidados e que o acesso aos cuidados paliativos seja concedido, pois verificou-se que esta população carece da necessidade de cuidados paliativos como a população em geral e com os mesmos diagnósticos e sintomas.
606 _91408
_aMEDICINA
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_aSAÚDE
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_aCUIDADOS PALIATIVOS
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_aSISTEMA PRISIONAL
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_aLOUREIRO
_bJoana Filipa Sequeira
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_bManuel Luís
852 _jEST1237