| 000 | 03258 2200337 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 001 | 408428 | ||
| 090 | _a408428 | ||
| 100 | _a20240308d mmmy0pory50 ba | ||
| 101 | _apor | ||
| 102 | _aPT | ||
| 200 |
_a“Reinserção Social e Diferença de Género” _ecrime, diferença e desigualdade _fIsa Cristiana Pereira Ferreira “ _gori. tese Luís Manuel Jesus Cunha |
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| 210 |
_a[S.l _cs.n.] _d2016 |
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| 215 |
_aXIII, 118 p. _cpdf _d30 cm |
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| 225 | _aEstudos | ||
| 328 | _aDissertação apresentada à Universidade do Minho para a obtenção do grau de mestre em Crime, Diferença e Desigualdade “Reinserção Social e Diferença de Género” | ||
| 330 | _aEsta dissertação tem como principal objetivo analisar, descrever e compreender a perspetiva que reclusos/as e ex-reclusos/as têm em relação aos instrumentos de reinserção social existentes dentro do estabelecimento prisional, tendo em vista a sua inserção social e profissional após o cumprimento da pena, aferindo se existem variações associadas a diferenças de género. Tomando a prisão como ponto de coordenada, mas adotando uma abordagem pluridimensional que visa articular o dentro e fora da prisão, pretendemos alcançar alguns objetivos específicos: (1) desvendar a possível existência de diferenças percetíveis nos processos de integração de homens e mulheres, com reflexo no seu sucesso; (2) descortinar a relevância que as redes de sociabilidade têm nos processos de reintegração de homens e mulheres após cumprimento de pena; (3) sinalizar a existência, dentro da prisão, de eventuais diferenças notórias nos processos de preparação para a saída de homens e mulheres. Na tentativa de melhor conhecer esta realidade foram entrevistados oito reclusos/as e oito ex-reclusos/as. Optámos por entrevistas semi-estruturadas, com vista à obtenção de dados comparáveis mas que fosse também impressivos e suscetíveis de análise com base no seu conteúdo. Estamos conscientes de que a compreensão de um fenómeno complexo como é o da reinserção social está para além das ambições deste trabalho. Do ponto de vista da população estudada tem um âmbito limitado, já que apenas abrangeu dezasseis entrevistados. No entanto, ainda que as conclusões não se estendam à população prisional em geral, e seja importante ouvir também outros protagonistas envolvidos na implementação deste processo, acreditamos que as reflexões apresentadas possam contribuir para a reflexão acerca do que é necessário fazer, tanto dentro dos estabelecimentos prisionais como após a saída, para que se possam alcançar melhores resultados nos processos de reinserção social. | ||
| 606 |
_9549 _aDIREITO PENITENCIÁRIO |
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| 606 |
_9410863 _aEXECUÇÃO DA PENA |
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| 606 |
_9551 _aESTABELECIMENTO PRISIONAL |
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| 606 |
_9693 _aREINSERÇÃO SOCIAL |
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| 606 |
_9550 _aRECLUSO |
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| 606 |
_9102425 _aEX-RECLUSO |
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| 606 |
_98510 _aGÉNERO |
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| 606 |
_95079 _aTESE DE MESTRADO |
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| 606 |
_9279 _aPORTUGAL |
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| 675 |
_9420646 _a343.8 |
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| 700 |
_9422507 _aFERREIRA _bIsa Cristiana Pereira |
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| 702 |
_4727 _9422506 _aCUNHA _bLuís Manuel Jesus Cunha |
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| 852 | _jEST1230 | ||