000 04006 2200337 4500
001 408421
090 _a408421
100 _a20240304d kmmy0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aHistória da Psiquiatria Forense em Portugal (1884-1926)
_ea consistente originalidade de Júlio de Matos
_fAna Inês Vizeu Pinto da Cruz
_gori. tese Ana Leonor Pereira, João Rui Pita
210 _aCoimbra
_c[s.n.]
_d2016
215 _a595 p.
_cil.
_dPDF
225 _aEstudos
328 _aTese de doutoramento em Altos Estudos em História, Ramo Época Contemporânea, apresentada ao Departamento de História, Estudos Europeus, Arqueologia e Artes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra
330 _aA presente tese visa analisar a Psiquiatria Forense em Portugal na transição do século XIX para o século XX, mais especificamente entre 1884 e 1926, procurando avaliar a receção das ciências psiquiátricas forenses estrangeiras no nosso país; defender a singularidade do caso português, através do protagonismo assumido especialmente por Júlio de Matos; estudar, no período cronológico considerado, a casuística de inimputabilidade criminal por razões de anomalia psíquica em algumas das obras do autor supracitado, bem como nos Arquivos da Universidade de Coimbra, das Delegações do Centro e Sul do Instituto Nacional de Medicina Legal e da Torre do Tombo. O trabalho efetuado compreende duas partes. Na primeira, procedemos à contextualização da História internacional da Psiquiatria Forense, sobretudo no que se refere à Europa, apurando depois a receção da mesma em Portugal, principalmente através da originalidade de Júlio de Matos. Aprofundámos ainda a questão da legislação e regulamentos de assistência psiquiátrica, promulgados entre finais do século XIX e inícios do século XX no nosso país, que decretavam as medidas a tomar quanto ao destino dos alienados criminosos. Nesse âmbito, procurámos perceber a dimensão utópica de tal legislação, que, apesar das mudanças trazidas pela instauração da República, continuava a apresentar uma grande incongruência entre o teor escrito e a efetividade praticada. Na segunda parte, estudámos, na generalidade, os casos de inimputabilidade criminal em virtude de alienação mental, examinados pelo Conselho Médico-Legal da circunscrição de Coimbra, entre 1900 e 1926, os quais pesquisámos nos Arquivos da Universidade de Coimbra e da Delegação do Centro do Instituto Nacional de Medicina Legal. x De entre eles, selecionámos cinco para trabalhar em profundidade, preservando, contudo, a identidade de tais indivíduos, através do uso das letras iniciais do seu nome. Para além disso, focalizámos igualmente a investigação sobre três casos relevantes e mediáticos na cronologia considerada: Rodrigo de Barros Teixeira dos Reis, assassino de Sousa Refoios, em 1905 (este caso foi complementado com o processo que encontrámos no Arquivo da Delegação do Centro do Instituto Nacional de Medicina Legal), o Tenente Aparício Rebelo dos Santos, homicida de Miguel Bombarda, em 1910 (caso complementado com o processo que consta no Arquivo da Delegação do Sul do Instituto Nacional de Medicina Legal e com informação recolhida no Arquivo da Torre do Tombo); José Júlio da Costa, autor do crime sobre Sidónio Pais em 1918 (caso complementado com informação encontrada no Arquivo da Torre do Tombo).
606 _91408
_aMEDICINA
606 _94499
_aPSIQUIATRIA
606 _9422498
_aALIENAÇÃO MENTAL
_2Fátima Martinho
606 _9228698
_aDOENÇA MENTAL
606 _aINIMPUTABILIDADE
_96750
606 _94988
_aCRIME
606 _91089
_aPSIQUIATRIA FORENSE
606 _9279
_aPORTUGAL
675 _9319986
_a343.24
700 _9422494
_aCRUZ
_bAna Inês Vizeu Pinto da
702 _9422496
_aPEREIRA
_bAna Leonor Pereira
702 _9422497
_aPITA
_bJoão Rui
852 _jEST1227