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011 _a1646-5075
090 _a408408
100 _a20240220d u||y0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aA plasticidade dos usos do crioulo em contexto prisional
_fCláudia Resende
330 _aEste texto analisará encontros informais de cidadãos com pertença nacional de Cabo-Verde e da Guiné-Bissau com especial destaque para a polivalência do uso das suas línguas maternas uma vez em cumprimento de uma pena efetiva de prisão. Esta investigação aplicou técnicas intensivas através de uma abordagem etnográfica às alas de um estabelecimento prisional masculino insular português de regime fechado, a qual contou com a partilha espontânea e consentida de objetos quotidianos dos participantes da amostra. A partir de notas de campo / observações empíricas / material voluntariamente facultado, foram feitas entrevistas em profundidade. A título supletivo, foram tiradas fotografias mediante anuência de todas as partes e com salvaguarda de resguardo. É evidenciado como a utilização falada do crioulo entre pares de reclusão pode ser metamorfoseada enquanto parte intrínseca da formulação de práticas de lazer e enquanto elemento inerente de estratégias de “sobrevivência institucional” no sentido de compensação de pressões e lacunas derivadas da restrição de liberdade.
461 _c[Braga]
_d2017
_tConfigurações: Revista de Sociologia
_pp. 75-92
_v20
606 _9549
_aDIREITO PENITENCIÁRIO
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_aEXECUÇÃO DA PENA
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_aPENAS DE LONGA DURAÇÃO
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_aPRISÃO
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_aLAZER
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_aPORTUGAL
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_aRESENDE
_bCláudia
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