000 01429 2200265 4500
001 408403
011 _a1646-5075
090 _a408403
100 _a20240220d u||y0pory50 ba
101 _apor
102 _aPT
200 _aBem-vindos à Fábrica das Frustrações!
_ea (anti) linguagem prisional
_fJosé Eduardo Lopes Gonçalves
330 _aEste artigo explora os poemas de pessoas em reclusão do ponto de vista da pesquisa poética. Neste sentido, com base nos poemas-testemunho recolhidos nas prisões de Coimbra (EPC) e de Santa Cruz do Bispo Feminino (EPSCBF), procurar-se-á demonstrar as potencialidades da pesquisa poética para o estudo das realidades prisionais, através da análise crítica dos textos. Para tal, partimos dos princípios de que o poema é um rizoma e que o/a poeta é um/a artesão/ã da língua(gem), com o intuito de evidenciar que os poemas- -testemunho são uma ferramenta produtiva para a desconstrução do discurso prisional
461 _c[Braga]
_d2018
_tConfigurações: Revista de Sociologia
_pp. 28-42
_v21
606 _9410863
_aEXECUÇÃO DA PENA
606 _95106
_aPRISÃO
606 _9348784
_aPESQUISA DOCUMENTAL
606 _93925
_aPOESIA
606 _9550
_aRECLUSO
606 _9279
_aPORTUGAL
675 _9420646
_a343.8
700 _9422464
_aGONÇALVES
_bJosé Eduardo Lopes
852 _j343.8GOM